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augustoavlis

Augusto Avlis nasceu no Rio de Janeiro na metade do século XX. Essa capital foi antes o Distrito Federal e o Estado da Guanabara. Profissionalizou-se em Marketing Operacional e fez parte, como Executivo, de multinacionais do segmento alimentício por mais de três décadas, além de Consultor de empresas. Formado em Comunicação Social, habilitou-se em Jornalismo. Ocupou cargo público como Secretário de Comunicação. Hoje dedica-se às atividades de escritor e cronista.
augustoavlis tem escrito 1102 posts para Opinião sem Fronteiras

Os loucos – A barata

Os loucos – A barata Zé – Oi, tudo bem? Mané – Oi, tudo mais ou menos! Zé – E aí, o que aconteceu? Mané – Nada de mais… Zé – Nada de mais o quê? Mané – Vi uma barata. Zé – Eu também. Mané – Dizem que ela sobrevive a um ataque nuclear! … Continuar lendo

Polítitica – 22ª Crônica

Ouro para o Rei, e circo para o povo. Brasília, Brasil. Vai começar a festa. Josés e Marias, Pedros e Helenas, Joões e Margaridas, Manés e Madalenas, Gonzagas e Oliveiras, Da Silvas e Pereiras… Amontoam-se, aglomeram-se desordenadamente; às dezenas de milhares, aos pares. Personagens sem rosto. Que desgosto! De certo, não há. Pessoas sem identidade … Continuar lendo

Polítitica – 21ª Crônica

“Vamos brincar agora na chafurda?”. Perguntou um garoto com as roupas completamente emporcalhadas. “Eu não vou brincar em nenhum chiqueiro, em nenhuma pocilga, em nenhuma casa imunda”. Respondeu um menino ‘Mauricinho’ tentando convencer os demais – sempre tem um ‘Mauricinho’ em qualquer grupinho; no governo, por exemplo, tem muitos de terno e gravata. “Ô seu … Continuar lendo

Polítitica – 20ª Crônica

É nisso que dá comer demais, fila na porta do banheiro. Como a casa Brasil só tem uma latrina – por sinal, bem central –, as crianças ficam sem lugar para dejeções, sobretudo quando a vontade ataca todo mundo, e ao mesmo tempo. Com um pouco de paciência, todas vão poder evacuar suas matérias fecais. … Continuar lendo

Você acredita em vida após a morte?

Você acredita em vida após a morte? Resolvera ir a pé ao supermercado, coisa que não faço faz algum tempo depois que comprei um novo carro. O conforto da modernidade traz consigo alguns males como preguiça, moleza, falta de vontade, além de outros desconfortos como despesas extras e compromissos formais.  Comprei poucos produtos para que … Continuar lendo

A Lei do crime

Um amigo foi assaltado na porta de casa por três moleques que não passavam de 16 anos. Segundo ele, estavam armados com pistolas automáticas de grosso calibre. Levaram o carro, notebook, celular, documentos e dinheiro. Ainda sob o efeito do trauma, esse meu amigo comentou comigo que perdeu as esperanças de reaver o que foi … Continuar lendo

Armas de mentira

Armas de mentira Um dia desses, ao passar por uma rua que cruza dois dos mais famosos bairros de periferia do Rio de Janeiro, Cordovil e Parada de Lucas (claro que estava na Zona Norte, Zona da Leopoldina, e não tenho nenhuma vergonha em revelar o roteiro, porque minhas origens são de lá), fui ovacionado … Continuar lendo

Sexo, as mulheres escolhem

“Quando o amor se intensifica, entram em jogo as pressões ou arranhões no corpo com as unhas. As pressões com as unhas, entretanto, não são comuns senão entre aqueles que estejam intensamente apaixonados, ou seja, cheios de paixão. São empregadas, juntamente com a mordida, por aqueles para quem tal prática é agradável”. Trecho do livro … Continuar lendo

Cidade proibida

Cidade proibida A fumaça cheirosa que vinha da padaria anunciava a liberação da segunda fornada. Fui até lá comprar os melhores pães, um pedaço de pão caseiro e quatro caixinhas de creme de leite para o estrogonofe do almoço. Na vota da padaria, comprei o jornal na banca do Antônio. Após o café da manhã, … Continuar lendo

Polítitica – 19ª Crônica

Uma voz feminina, indicando animação ou incitamento, ecoa pela casa: “Eia, garotada, é hora do lanche”. Todos, sem exceção, correram pra cozinha. Brincar de casinha dá fome – todos concordam. No caminho, um rapaz imberbe falou: “Precisamos comer bastante pra continuarmos com a brincadeira”. O que vinha atrás retrucou: “Vamos comer o suficiente. Quem come … Continuar lendo

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