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augustoavlis

Augusto Avlis nasceu no Rio de Janeiro na metade do século XX. Essa capital foi antes o Distrito Federal e o Estado da Guanabara. Profissionalizou-se em Marketing Operacional e fez parte, como Executivo, de multinacionais do segmento alimentício por mais de três décadas, além de Consultor de empresas. Formado em Comunicação Social, habilitou-se em Jornalismo. Ocupou cargo público como Secretário de Comunicação. Hoje dedica-se às atividades de escritor e cronista.
augustoavlis tem escrito 1013 posts para Opinião sem Fronteiras

“Nós não somos um bando de pelados!”

“Nós não somos um bando de pelados!” Quem disse isso, com a maior segurança, foi uma senhora (67) que se considera “Naturista” com letra maiúscula, ou melhor, qualifica-se como “Natussauro” – uma mistura de Naturista com dinossauro, para representar que ela é antiga na prática nudista. Desse modo, arvora-se no direito de falar o que … Continuar lendo

Oração do Nudista

Eu sou a natureza, a essência da vida, que contemplo e preservo. Eu sou a liberdade, plena e irrestrita. Eu sou o ar que respiro, a água que bebo, a terra que piso, o fogo que aquece. Eu sou o amigo que recebe, que acolhe, que integra. Eu sou a pegada na areia que a … Continuar lendo

O mundo que queremos.

O mundo que queremos. Dentre tantas opções no universo Deus resolveu justamente me colocar aqui neste planetinha sem importância, tirando-me a chance de escolha enquanto espírito era. Mas, não pretendo abandoná-lo para me aventurar por outros mundos – vá que eu encontre um planeta inferior pior que o nosso, sem chance de voltar! O “Todo-poderoso”, … Continuar lendo

O país que adora a nudez pública.

O país que adora a nudez pública. Por: Krystin Arneson – BBC Travel. Sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021 (10h58min). O histórico de nudez pública na Alemanha levou a uma mente mais aberta em relação ao corpo. Depois de quatro anos morando em Berlim, aprendi a abraçar certos costumes alemães, como a abordagem mais casual … Continuar lendo

Sua majestade, a bola.

Sua majestade, a bola. Se a bola pudesse falar, o que ela diria? A princípio, falaria o seguinte: “Parem de me bater, porque eu não sou mulher de malandro, que gosta de apanhar!”. Vamos, então, imaginar que a bola tivesse realmente a faculdade de se comunicar com os amantes do futebol, torcedores e aqueles que … Continuar lendo

COVID-19 – Profecias em ato único.

COVID-19 – Profecias em ato único. Eis que dos Céus descerá a escuridão. Da semeadura da morte haverá colheita de corpos, que serão lançados nas fornalhas. Espíritos vagarão; os sobreviventes praguejarão. A fé desaparecerá no momento de a salvação ser impossível. Sedentos por água os homens beberão sangue; na dor da fome comerão carniça, e … Continuar lendo

COVID-19 – Vigésima segunda parte

COVID-19 – Vigésima segunda parte Profecias – segundo ato 11ª “Cães famintos uivarão à luz do dia anunciando a chegada da Besta – montada num cavalo de fogo. Surgirão pessoas dizendo-se possuídas de espíritos de luz, de entidades escatológicas; outras afirmando a reencarnação de vidas passadas, como as de médicos responsáveis por experiências macabras. Seja … Continuar lendo

COVID-19 – Vigésima primeira parte

COVID-19 – Vigésima primeira parte “Eis que para as profundezas retornarão os maus espíritos num futuro sem previsão. Almas sem luz invadirão as cidades cinzentas ao som de trombetas. Barulhos de ferraduras sem cavalos se ouvirão por toda parte. Açoites seguidos de gemidos tornarão longas as frias noites. Aquele que implorar pela morte terá o … Continuar lendo

Cagada homérica.

Cagada homérica. O ato de defecar é um ato de contrição. Isso eu posso afirmar com segurança. Outra coisa segura é que o vaso sanitário é um dos melhores lugares para alguém expressar o arrependimento de seus pecados cometidos ao longo de algum tempo – se bem lembrados –, independente se as eventuais preces sejam … Continuar lendo

COVID-19 – Vigésima parte

COVID-19 – Vigésima parte “Eis que das profundezas emergirão espectros que se espalharão por todas as partes do planeta. Cortejos fúnebres encherão as ruas das frias cidades. Sepulturas abertas receberão corpos sem vida sob o clima de abandono forçado. Parentes chorarão os seus mortos – que os aguardam em próxima ocasião. Vítimas do acaso; almas … Continuar lendo

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