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augustoavlis

Augusto Avlis nasceu no Rio de Janeiro na metade do século XX. Essa capital foi antes o Distrito Federal e o Estado da Guanabara. Profissionalizou-se em Marketing Operacional e fez parte, como Executivo, de multinacionais do segmento alimentício por mais de três décadas, além de Consultor de empresas. Formado em Comunicação Social, habilitou-se em Jornalismo. Ocupou cargo público como Secretário de Comunicação. Hoje dedica-se às atividades de escritor e cronista.
augustoavlis tem escrito 1102 posts para Opinião sem Fronteiras

Um Dia de Fúria – parte II

A maioria das pessoas, com as quais eu converso, já assistiu ao filme “Falling Down” (Drama, suspense dos Estados Unidos e da França, datado de 1993, produzido por Joel Schumacher, tendo no elenco os famosos atores Michael Douglas e Robert Duvall). O enredo de “Um Dia de Fúria” foi marcante e a cena da lanchonete … Continuar lendo

Um Dia de Fúria – parte I

A maioria das pessoas, com as quais eu converso, já assistiu ao filme “Falling Down” (Drama, suspense dos Estados Unidos e da França, datado de 1993, produzido por Joel Schumacher, tendo no elenco os famosos atores Michael Douglas e Robert Duvall). O enredo de “Um Dia de Fúria” foi marcante e a cena da lanchonete … Continuar lendo

Imaginação Sociológica – 8ª parte

A escuridão é apavorante, faz brotar um sentimento de medo e de angústia. Quando se está só, independentemente da atmosfera criada, podemos ir ao encontro de uma luz interior – ainda que guardada a sete chaves no fundo da alma –, tão magnificamente brilhante, que a tudo nos é permitido enxergar. As distâncias desaparecem, os … Continuar lendo

BBB 14 – A síndrome do imbecilismo – 6ª parte

BBB 14 A síndrome do imbecilismo – 6ª parte Vou repetir pela décima quarta vez: “Já na edição de nº III do BBB, realizada em 2003, entre espasmos e vômitos, eu escrevi o que pensava e julgava sobre a sua abjeta produção”. Por ordem e dever de ofício, republicarei o que eu disse naquela altura … Continuar lendo

BBB 14 – A síndrome do imbecilismo – 5ª parte

BBB 14 A síndrome do imbecilismo – 5ª parte Vou repetir pela décima terceira vez: “Já na edição de nº III do BBB, realizada em 2003, entre espasmos e vômitos, eu escrevi o que pensava e julgava sobre a sua abjeta produção”. Por ordem e dever de ofício, republicarei o que eu disse naquela altura … Continuar lendo

BBB 14 – A síndrome do imbecilismo – 4ª parte

BBB 14 A síndrome do imbecilismo – 4ª parte Vou repetir pela décima segunda vez: “Já na edição de nº III do BBB, realizada em 2003, entre espasmos e vômitos, eu escrevi o que pensava e julgava sobre a sua abjeta produção”. Por ordem e dever de ofício, republicarei o que eu disse naquela altura … Continuar lendo

BBB 14 – A síndrome do imbecilismo – 3ª parte

BBB 14 A síndrome do imbecilismo – 3ª parte Vou repetir pela décima primeira vez: “Já na edição de nº III do BBB, realizada em 2003, entre espasmos e vômitos, eu escrevi o que pensava e julgava sobre a sua abjeta produção”. Por ordem e dever de ofício, republicarei o que eu disse naquela altura, … Continuar lendo

BBB 14 – A síndrome do imbecilismo – 2ª parte

BBB 14 A síndrome do imbecilismo – 2ª parte Vou repetir pela décima vez: “Já na edição de nº III do BBB, realizada em 2003, entre espasmos e vômitos, eu escrevi o que pensava e julgava sobre a sua abjeta produção”. Por ordem e dever de ofício, republicarei o que eu disse naquela altura, em … Continuar lendo

BBB 14 – A síndrome do imbecilismo – 1ª parte

BBB 14 A síndrome do imbecilismo – 1ª parte Treze anos se passaram da primeira edição do Big Brother Brasil, isso foi em 2001, quando o primeiro grande vencedor do programa BBB 1 foi Kleber Bambam, com a sua boneca Maria Eugênia, que ganhou notoriedade. A paulista Leka foi destaque por conta da sua bulimia, … Continuar lendo

Imaginação Sociológica – 7ª parte

Eu não preciso de ninguém para dizer que amo, porque o amor está nas minhas atitudes. Eu não preciso de nada porque suponho que já tenho tudo. Eu não preciso de amparo porque as minhas pernas aguentam a caminhada. Eu não quero companhia porque a solidão me conforta. Eu não quero a mentira nem a … Continuar lendo

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