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TV - Variedades

BBB 14 – A síndrome do imbecilismo – 5ª parte

BBB 14

A síndrome do imbecilismo 5ª parte

Vou repetir pela décima terceira vez: “Já na edição de nº III do BBB, realizada em 2003, entre espasmos e vômitos, eu escrevi o que pensava e julgava sobre a sua abjeta produção”. Por ordem e dever de ofício, republicarei o que eu disse naquela altura (há 11 anos), em 06 artigos (contando com este), na esperança que os meus atuais 34 leitores divulguem, em escala geométrica, o seu conteúdo programático, de modo que, só assim, talvez eu consiga, com essa indispensável colaboração, despertar “consciências pesadas”, sobretudo daquela desinformada parcela de telespectadores brasileiros que não tem a mínima noção (em canais abertos seguramente é a maioria) – infelizmente, essa é a grande verdade. Realidade que assusta, um tempo presente que deixa dúvidas para o futuro.

A repetição deste tópico frasal, toda vez que reedito um desses antigos seis artigos sobre o BBB, tem um objetivo: bater na mesma tecla até que o piano quebre, de modo que as pessoas só dão falta da música quando ela para totalmente, e quando ela está tocando ninguém presta atenção. Mas, quando o assunto é sacanagem, tá todo mundo ligado, independente se os participantes da putaria fazem barulho ou ficam em completo silêncio. Puta que o pariu (o programa BBB), eu achei, sinceramente, que esta merda fosse acabar, no máximo, na edição de número V; enganei-me redondamente por acreditar que isso seria possível. Na verdade, há gosto pra tudo, de modo que consumir produtos ruins virou mania nacional. Ninguém se dá conta dos males que tal consumo possa causar aos intestinos. Se as pessoas querem merda, então que comam merda! Na política não é diferente. Brasília virou uma grande casa de putas, sobretudo os seus três Poderes da República, perdão, cômodos, por isso a capital do Brasil atrai os olhares de toda parte do mundo para ver o povo ser enrabado, literalmente, sem o uso de camisinhas ou pomadas anestésicas. É tanta bunda voando que dá pra ser confundida com a cara.

5º Artigo – BUNDA JÁ VIROU CARA

O povo brasileiro quer – e está cada vez mais ávido, desejoso, ardente, sôfrego e voraz – assistir a cenas de sexo (há muito ele não faz), e falta pouco, muito pouco mesmo, para ver o interior dos úteros, e pênis, aos pares, balançando no horário nobre, durante o jantar. Pinto duro não balança, só entra. Que bom! Só faltam os festins licenciosos e, pra quem preferir, melhor, os banquetes libertinos, os bacanais, as orgias coloridas – em preto e branco também serve. Afro-descendente com branco, branco com amarelo, branco com branco, enfim… Vale tudo. Diga-me com quem dorme que quero dormir junto. E Afro com Afro?

Todas essas profundas aberrações – anomalias monstruosas – terão lugar comum na mídia planetária, infelizmente. Alguns críticos, e pessoas sérias, já classificaram o programa como nojento. Eu, particularmente, vou mais longe, todavia, por uma questão de juramento, calo-me; só desta vez. Para o “paredão”, de fuzilamento, aqueles que trouxeram este “lixo cultural” para o nosso país e incentivam a sua exibição em salas abertas (nossos lares). Este “lixo cultural” pode perfeitamente ser reeditado nas versões IV, V, VI, VII, VIII, e assim por diante. Só depende de você, telespectador, tomar a decisão do que fazer com o botão da TV, mais conhecido como “liga/desliga”. A curiosidade é uma merda! O Brasil inteiro vai ficar de olho na tela. Basta abrir a janela e se deixar mostrar total, ou, se esconder, parcialmente.

Augusto Avlis

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Sobre augustoavlis

Augusto Avlis nasceu no Rio de Janeiro na metade do século XX. Essa capital foi antes o Distrito Federal e o Estado da Guanabara. Profissionalizou-se em Marketing Operacional e fez parte, como Executivo, de multinacionais do segmento alimentício por mais de três décadas, além de Consultor de empresas. Formado em Comunicação Social, habilitou-se em Jornalismo. Ocupou cargo público como Secretário de Comunicação. Hoje dedica-se às atividades de escritor e cronista.

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