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augustoavlis

Augusto Avlis nasceu no Rio de Janeiro na metade do século XX. Essa capital foi antes o Distrito Federal e o Estado da Guanabara. Profissionalizou-se em Marketing Operacional e fez parte, como Executivo, de multinacionais do segmento alimentício por mais de três décadas, além de Consultor de empresas. Formado em Comunicação Social, habilitou-se em Jornalismo. Ocupou cargo público como Secretário de Comunicação. Hoje dedica-se às atividades de escritor e cronista.
augustoavlis tem escrito 1102 posts para Opinião sem Fronteiras

Olha o trem!

Olha o trem! Local: Centro do Rio de Janeiro, cruzamento das Avenidas Rio Branco e Getúlio Vargas. Imaginemos a seguinte situação: Um maluco de cima de um prédio joga um saco lotado de dinheiro. Lá embaixo, uma multidão alucinada corre para pegar o maior número possível de notas, sem sucesso, porque a confusão era grande … Continuar lendo

Bonecas infláveis

Bonecas infláveis Depois de um dia daqueles que a gente torce para passar rápido, logo acabar, resolvi beber umas cervejas no bar da esquina – no Bar Escritório – com a intenção de dar uma relaxada. Há quem prefira “tomar” cerveja. Por pouco não fico só na intenção. Puta que o pariu, ninguém merece ficar … Continuar lendo

O palhaço naturista

O palhaço naturista O espetáculo vai começar… Dispam-se senhoras e senhores. Um ajudante de palco vira-se para o palhaço e diz: “Cuidado com as brincadeiras porque temos pessoas novas na plateia”. No picadeiro da vida abstrata, abrem-se as cortinas, apresentam-se os palhaços e demais atores para uma plateia desatenta e voltada para os seus próprios … Continuar lendo

Pensando na privada

Pensando na privada Os espaços públicos deveriam ser públicos, cuja ocupação um direito de todos, por princípio universal. Como tese filosófica este conceito tem sua validade, funcionando na teoria, mas na prática não é bem assim. Se vivêssemos numa sociedade onde o respeito prevalecesse sobre os interesses, independente de filosofias discutidas, teorias funcionais e práticas … Continuar lendo

Normal ou natural?

Normal ou natural? Recentemente, em eventos distintos, duas pessoas me fizeram comentários que cabem perfeitamente no tema ora discutido. A primeira pessoa disse: ”Tenho que permanecer de roupa para receber os novos casais que estão chegando ao sítio”. A segunda pessoa não mediu palavras: “A fulana de tal (disse o nome) foi chamada à atenção … Continuar lendo

A máscara do Ardipithecus ramidus

A máscara do Ardipithecus ramidus As pessoas se revelam como são, verdadeiras, sem retoques, sem rebuços, transparentes, ainda que mutantes por natureza imposta – condição que as torna individualmente diferentes da sua própria espécie. Dentro do critério da razoabilidade, esta máxima deveria prevalecer, mas, não é bem assim que as coisas funcionam, não é bem … Continuar lendo

Voltei…

Voltei… Cheguei no tempo! Aqui é o meu lugar passageiro, onde me encontro nos desencontros, nas divergências. Definitivamente, não dá para abandoná-lo – o espaço – pra sempre, ainda que estimulado a fazê-lo de vez em quando, de rompante, por isso, regressei ao ponto de partida escolhido. De todo modo, agora não há espaço para … Continuar lendo

Castelo de cartas

A sua construção requer habilidade e dependerá da base de sustentação. Uma vez erguido, o Castelo de cartas permanecerá frágil, no mesmo lugar, por tempo indefinido, até que uma das peças seja removida abruptamente, seja pela ação do homem, seja pelo movimento do vento ou por problemas técnicos. É assim na política. Castelos de cartas … Continuar lendo

Puteiro Brasil – 2ª parte

Amigos e queridos leitores. Podem acreditar no que vou dizer agora; tá sendo extremamente difícil escrever uma linha neste meu Blog, sobretudo quando o assunto é política “interna” – afirmo que não é por falta de concentração, tampouco falta de dedicação ou vontade própria. No dia a dia, as coisas estão acontecendo tão rapidamente que … Continuar lendo

Puteiro Brasil – 1ª parte

A publicação do meu penúltimo post data de 11/12/2015 (Carta de Michel Temer) e do último post data de 02/01/2016 (2016). Amigos leitores, por conta própria e sem a costumeira pressão da família, eu tirei exatos 20 dias de férias – o dia 1º não conta porque dormimos praticamente o tempo todo, quase todas as … Continuar lendo

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