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Bonecas infláveis

Bonecas infláveis Depois de um dia daqueles que a gente torce para passar rápido, logo acabar, resolvi beber umas cervejas no bar da esquina – no Bar Escritório – com a intenção de dar uma relaxada. Há quem prefira “tomar” cerveja. Por pouco não fico só na intenção. Puta que o pariu, ninguém merece ficar … Continuar lendo

O palhaço naturista

O palhaço naturista O espetáculo vai começar… Dispam-se senhoras e senhores. Um ajudante de palco vira-se para o palhaço e diz: “Cuidado com as brincadeiras porque temos pessoas novas na plateia”. No picadeiro da vida abstrata, abrem-se as cortinas, apresentam-se os palhaços e demais atores para uma plateia desatenta e voltada para os seus próprios … Continuar lendo

Pensando na privada

Pensando na privada Os espaços públicos deveriam ser públicos, cuja ocupação um direito de todos, por princípio universal. Como tese filosófica este conceito tem sua validade, funcionando na teoria, mas na prática não é bem assim. Se vivêssemos numa sociedade onde o respeito prevalecesse sobre os interesses, independente de filosofias discutidas, teorias funcionais e práticas … Continuar lendo

Normal ou natural?

Normal ou natural? Recentemente, em eventos distintos, duas pessoas me fizeram comentários que cabem perfeitamente no tema ora discutido. A primeira pessoa disse: ”Tenho que permanecer de roupa para receber os novos casais que estão chegando ao sítio”. A segunda pessoa não mediu palavras: “A fulana de tal (disse o nome) foi chamada à atenção … Continuar lendo

A máscara do Ardipithecus ramidus

A máscara do Ardipithecus ramidus As pessoas se revelam como são, verdadeiras, sem retoques, sem rebuços, transparentes, ainda que mutantes por natureza imposta – condição que as torna individualmente diferentes da sua própria espécie. Dentro do critério da razoabilidade, esta máxima deveria prevalecer, mas, não é bem assim que as coisas funcionam, não é bem … Continuar lendo

Voltei…

Voltei… Cheguei no tempo! Aqui é o meu lugar passageiro, onde me encontro nos desencontros, nas divergências. Definitivamente, não dá para abandoná-lo – o espaço – pra sempre, ainda que estimulado a fazê-lo de vez em quando, de rompante, por isso, regressei ao ponto de partida escolhido. De todo modo, agora não há espaço para … Continuar lendo

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