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Consumo consciente e o impacto no meio ambiente – 1ª parte

Consumo consciente e o impacto no meio ambiente – 1ª parte

Neste dia 05 de junho se comemora o “Dia Mundial do Meio Ambiente”. A data foi estabelecida em 1972 pela Organização das Nações Unidas (ONU) durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, realizada na cidade de Estocolmo, capital da Suécia, no dia 05 de junho.

Datas comemorativas existem no calendário gregoriano para lembrarem fatos marcantes, e, sobretudo, para serem comemoradas. Essa é a lógica, ou pelo menos deveria ser. A depender do que se sucede à criação da data, não haverá motivo para se festejar. O que aconteceu no planeta Terra nos últimos 46 anos tira muito do brilho da comemoração deste “Dia Mundial do Meio Ambiente”.

Setores representativos da “Aldeia Global”, preocupados com o consumo desregrado e com os consequentes impactos causados ao meio ambiente, trazem a lume este importante tema de discussão. O destino do planeta depende do que fizermos a partir de agora para a correção de desvios comportamentais, não só por parte dos indivíduos, como por corporações e governos.

A preservação pressupõe a prática contínua de atos e/ou ações de conservação visando manter o “estado original” das coisas, nem sempre possível em razão das condições que se encontram. A preservação ambiental está intimamente ligada a quatro fatores: primeiro, tentar proteger o ambiente natural no estado que se encontra; segundo, recuperar o que foi destruído, na sua totalidade ou em parte, pela ação predatória do homem; terceiro, evitar a evolução geométrica das degradações; quarto, procurar intervir nas pressões inaturais decorrentes do crescimento populacional, urbanístico e tecnológico. Um problema a resolver; o meio ambiente não está conseguindo transformar em energia positiva a interação que os seres humanos estão tentando junto a ele provocar.

O “ambiente biofísico” tem um ponto de saturação, de modo que os especialistas têm divergido quanto a sua identificação. A equação não é simples de se resolver; homem e natureza não conseguem coexistir em harmonia por questões essencialmente econômicas – o primeiro interfere conscientemente nas condições climáticas e não percebe que é uma espécie viva como as outras, que necessitam de um habitat que garanta a sua sobrevivência. Desafiar a influência do tempo e provocar intempéries não me parece atos sensatos. Agredimos impiedosamente o “meio” e debitamos os prejuízos a Deus todo poderoso – assim como Deus criou os mundos pode perfeitamente recuperar este sem a nossa ajuda, e ainda garantir os recursos naturais por tempo indeterminado, portanto, mantendo-os inesgotáveis.

Augusto Avlis

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Sobre augustoavlis

Augusto Avlis nasceu no Rio de Janeiro na metade do século XX. Essa capital foi antes o Distrito Federal e o Estado da Guanabara. Profissionalizou-se em Marketing Operacional e fez parte, como Executivo, de multinacionais do segmento alimentício por mais de três décadas, além de Consultor de empresas. Formado em Comunicação Social, habilitou-se em Jornalismo. Ocupou cargo público como Secretário de Comunicação. Hoje dedica-se às atividades de escritor e cronista.

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