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Religião

Sinais das Sete Trombetas – Quarta Trombeta

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anjos

“As Sete Trombetas ou ‘Trombetas Apocalípticas’ serão tocadas, uma por vez, para eventos de fila apocalípticos que foram vistos na visão da revelação de Jesus Cristo, para João, como está escrito no Livro do Apocalipse do Novo Testamento. As sete trombetas serão tocadas por sete anjos e os eventos que se seguem são descritos em detalhes a partir de Apocalipse, Capítulos de 8 a 11. De acordo com Apocalipse 8:1-2, os anjos começarão a soar trombetas após a quebra do 7º Selo. Esses sete selos garantiram o documento apocalíptico, que estava na mão direita daquele que está sentado no Trono principal”.

Quarta Trombeta

E o quarto anjo tocou a sua trombeta, e foi ferida a terça parte do sol, e a terça parte da lua, e a terça parte das estrelas; para que a terça parte deles se escurecesse, e a terça parte do dia não brilhasse, e semelhantemente a noite. (Apocalipse 8:12).

Antes da oficialização da renúncia do Papa Bento XVI foi-lhe entregue um “dossiê secreto” escrito por 03 Cardeais, descrevendo uma série de informações sobre problemas graves ocorridos na Santa Sé, que comprometem mais ainda a imagem da Igreja Católica, que já não anda lá essas coisas nos quatro cantos do mundo. Nesse dossiê, os nomes dos supostos responsáveis pelos escândalos teriam sido citados. Todos os demais Cardeais querem saber o que de fato contém naquele dossiê, não só pela normal curiosidade, como também se algum alto dignitário da Igreja Católica é mencionado. Obviamente que a Santa Sé divulgará pouco, ou nada, desse dossiê, por questões de corporativismo, segurança da Igreja e manutenção da fé.

O vazamento de documentos secretos do Vaticano (conhecido como “Escândalo Vatileaks”) pelo ex-mordomo pessoal do Papa Bento XVI, Paolo Gabriele, que expõem as vísceras da Cúria Romana – com respingos na figura do Papa –, provam a existência de uma vasta rede de corrupção, prática de nepotismo, abuso de poder e favorecimentos a grupos de interesse. A “Terra Santa” não está livre das mazelas que acontecem no mundo pagão, muito pelo contrário, dentro dos seus muros a luta pelo poder no Vaticano recrudesce; redes de intrigas são formadas; facções secretas se fortalecem a cada dobrar de joelhos; a lavagem de dinheiro dá o destino certo aos ganhos ilícitos. Uma pergunta fica no ar: Será que Bento XVI recebera ameaça de morte? Dinheiro e política, ponto de apoio e alavanca que movem o mundo. Poder é função derivada, enquanto a religião escudo de defesa. O jornal italiano La Repubblica divulgou que o escândalo Vatileaks teria sido a gota d’água para a renúncia do Papa Bento XVI. Será? A verdade é que o “arquivo secreto” do ex-mordomo pessoal do Papa Bento XVI, Paolo Gabriele, é composto por 82 (oitenta e duas) caixas recheadas com documentos extremamente confidenciais roubados do Vaticano. Com que finalidade? A mando de quem? Quem sairia beneficiado com isso? Talvez nunca saibamos.

A Agência ZENIT.org (é uma agência de notícias internacional, sem fins lucrativos, formada por profissionais e voluntários) divulgou numa quinta-feira, 04 de outubro de 2012, uma crônica da Rádio Vaticano sobre o terceiro dia do julgamento do ex-mordomo do Papa Bento XVI, Paolo Gabriele, acusado de “furto qualificado” de documentos confidenciais do Vaticano. Leiam a crônica na íntegra, em parágrafo único.

“Ninguém maltratou Paolo Gabriele. Ele próprio sempre agradeceu à polícia pelo tratamento que recebeu”, afirma Luca Cintia, responsável pela custódia do ex-mordomo papal, ouvido como testemunha no terceiro dia do processo no Vaticano. Quatro testemunhas foram ouvidas ontem, todas chamadas pela defesa de Gabriele. Documentos altamente confidenciais, com assinatura do Papa, alguns com expressa indicação de destruição obrigatória, documentos da Cúria Romana, da organização da Igreja, atas sigilosas da Secretaria de Estado, documentos relativos à total privacidade e à vida familiar de Bento XVI, cartas de cardeais ao Papa com sugestões e pedidos de conselhos, respostas do Papa aos cardeais, documentos com a assinatura do Papa, documentos criptografados, documentos com a ordem ‘destruir’ escrita em alemão; em suma, muitos documentos, bem mais do que os que foram divulgados no livro Sua Santidade’, de Gianluigi Nuzzi. As testemunhas reconstituíram as buscas de 23 de maio de 2012 feitas no quarto do mordomo do Papa no Vaticano. Foi encontrado um enorme arquivo com centenas de milhares de folhas de papel. Os policiais afirmam que começaram a busca com o único propósito de rastrear o material divulgado pelo livro de Nuzzi e que só mais tarde se deram conta da gravidade da coisa. Cerca de mil documentos tinham sido vazados, entre originais e cópias escondidas que tratavam de assuntos como o ​​esoterismo, a maçonaria, a Loja P2, P4, o caso Bisignani, o caso Calvi. Foram encontrados também documentos sobre Berlusconi e sobre o chamado Caso Vatileaks; páginas sobre o IOR, pesquisas sobre ioga, budismo e cristianismo. E ainda documentos em formato eletrônico: foram vistoriados um PC, dois ou três computadores portáteis, um iPad, um disco rígido, um Play Station e um cartão de memória. Havia também material de pesquisa escolar, dos três filhos de Gabriele. O material continha também textos com instruções sobre como esconder documentos e fotografias em formato eletrônico, além de como gravar vídeos e usar o telefone celular às escondidas. A polícia confirma ter empregado todas as precauções necessárias durante as buscas, tendo convidado a família Gabriele a sair de casa para minimizar os inconvenientes para as crianças e para a esposa. Os interrogados nesta sessão confirmaram a originalidade de muitos documentos: o próprio presidente do tribunal, Dalla Torre, perguntou diversas vezes se eles tinham visto pessoalmente os originais durante a busca e depois dela, posteriormente à apreensão das 82 caixas de material. Quanto à investigação sobre as supostas violações dos padrões de detenção, levantadas pelo promotor de Justiça Nicola Picardi, o encarregado da custódia de Paolo Gabriele, Luca Cintia, disse que nunca faltou nada ao acusado, que foi tratado da melhor maneira possível, tanto que o próprio Gabriele sempre me agradeceu. O processo ressaltou que o chefe da segurança do Vaticano, Domenico Giani, tinha dado instruções imediatas para a proteção de Gabriele e da sua família. O presidente do tribunal, alegando que a acusação de violações dos padrões de detenção é tema de outro processo, declarou que Gabriele teve uma série de garantias respeitadas, como visitas de familiares e assistência médica e espiritual. Um notável constrangimento coube depois à advogada de Paolo Gabriele, Cristina Arru, que foi interrogada pelos jornalistas sobre as declarações de Gabriele de ter sido obrigado a ficar preso durante os primeiros dias em uma cela onde nem sequer podia abrir os braços e na qual a luz permanecia acesa continuamente. A própria Arru, em entrevista à Rádio Vaticano, já tinha reconhecido, no mês de julho, o bom tratamento e as boas condições oferecidas a Paolo Gabriele nos primeiros dias de detenção. Arru respondeu que aquelas declarações se referiam àquele dia, àquele momento. Neste próximo sábado, será feita a acusação do promotor de Justiça, a resposta da defesa, as réplicas e a provável manifestação de Paolo Gabriele. O ex-mordomo do Papa, Paolo Gabriele, um dos poucos com acesso ao quarto de Bento XVI, foi condenado a 18 meses de prisão por roubar os documentos. O caso ficou conhecido como Vatileaks, em referência ao método do site Wikileaks de vazar papéis secretos.

“Não sou um ladrão. O que sinto mais fortemente dentro de mim é a convicção de que agi exclusivamente por amor, um amor visceral pela Igreja de Cristo e seu representante na Terra”.

Paolo Gabriele

O Papa Francisco, sucessor de Bento XVI, tem nas mãos uma excelente oportunidade para constituir uma “Comissão da Verdade”. Como bom argentino, poderia até dizer que seria a melhor Comissão da Verdade do mundo, não aquela concebida pelo governo brasileiro que só tem como objetivos desviar a atenção do povo dos reais e cruciais problemas estruturais e de governabilidade, desenterrar ossos, reescrever a história com a assinatura da esquerda e, sobretudo, promover atos de vingança contra os homens de farda, responsáveis direta ou indiretamente pelos episódios da “Ditadura”. Resta saber se os integrantes das famílias Cosa Nostra, da Camorra e da ‘Ndrangheta permitirão que isso aconteça. A máfia brasileira permitiu, porque hoje faz parte do governo.

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Augusto Avlis

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Sobre augustoavlis

Augusto Avlis nasceu no Rio de Janeiro na metade do século XX. Essa capital foi antes o Distrito Federal e o Estado da Guanabara. Profissionalizou-se em Marketing Operacional e fez parte, como Executivo, de multinacionais do segmento alimentício por mais de três décadas, além de Consultor de empresas. Formado em Comunicação Social, habilitou-se em Jornalismo. Ocupou cargo público como Secretário de Comunicação. Hoje dedica-se às atividades de escritor e cronista.

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