>
Você está lendo...
Consultoria & Marketing

Best Seller – 5ª parte. Sobre o autor

Best Seller – 5ª parte

Sobre o autor

Augusto Avlis. O próprio. Apresento-me como protagonista e autor das matérias publicadas neste meu Blog: “Carta velada”, “O anexo” e “Histórias pitorescas”, consoante Best Seller – 2ª parte, Best Seller – 3ª parte e Best Seller – 4ª parte. A minha preocupação como jornalista é informar com honestidade, com isenção, com transparência e, sobretudo, utilizando um estilo pessoal no trato das diversas questões abordadas, independente da dimensão do seu conteúdo. Por outro lado, quis deixar um recado de três pontos para as novas gerações de profissionais que estão ou algum dia ingressarão no mercado de trabalho: 1º) Que vivam intensamente as suas experiências; 2º) Que promovam o registro histórico e sistemático dessas práticas, desses conhecimentos; 3º) Que se orgulhem de terem passado por todas e quaisquer situações mesmo que desfavoráveis para que no futuro tenham verdadeiramente alguma coisa para ser lembrada e passada adiante.

Qual a proposta principal da ABRH-RJ, Associação Brasileira de Recursos Humanos, e da Gamalfa Consultoria? Publicar tão somente temas light? Publicar estórias com conotação de narrativas criadas, inventadas, sugeridas, uma obra de ficção, um conto utópico, fantasioso, uma imaginação, o que não é real? Publicar realmente histórias vividas nos ambientes de trabalho, independentemente se boas ou ruins, mas úteis a ponto de deixarem mensagens referenciais?

A proposta original consistia na publicação das melhores histórias vividas por profissionais ao longo da sua carreira, os episódios marcantes que proporcionaram crescimento na empresa ou na vida privada; alguma situação deveras inusitada, e até hilariante, enfim, histórias realmente interessantes vividas e contadas no universo do trabalho.

A leitura que se faz dessa chamada é simples. Se o livro foi impresso eu não sei. Só sei que se o foi, os seus organizadores e os patrocinadores não me falaram nada e participar muito menos. Nesse ínterim estava na Europa me atualizando, mas devidamente plugado, conectado com os acontecimentos literários. Tanto que a minha preocupação era uma só: quem julgará o material recebido? As matérias Best Seller (Carta velada), Best Seller (O anexo), Best Seller (Histórias pitorescas) serão consideradas no contexto? Não importa. O importante é que toda experiência é válida, mesmo porque não tenho medo de novos desafios. Dedicar-me-ei aos eventos midiáticos (ou mediáticos), serão sempre acontecimentos espontâneos ou planejados que sem dúvida atrairão a atenção dos meios de comunicação, sobretudo jornais impressos e via internet e telejornais – depois de conhecido, claro!

No que tange à “Carta velada”, não deu para segurar. Eu me emocionei por duas razões. Primeira, pelo final da carta, que bem retrata a dura realidade trazida à memória deste protagonista pelo que disse o seu velho pai, já falecido, e pela própria experiência acumulada de vida. Segunda, não menos emotiva, pelo fato de que tudo aquilo aconteceu comigo, justamente no final de uma carreira coroada com muita luta e sacrifícios de toda ordem. Só Deus sabe o quanto me custou reeditar estes escritos. Nada acontece por acaso. Foi o começo de novos tempos; digamos que de novos desafios, de novos aprendizados para o meu crescimento como profissional e, sobretudo, como pessoa. Deixar para trás desesperanças torna-se fator imperativo. Todos conseguem sobreviver; podem ter a certeza. Da minha parte posso afirmar que saí fortalecido do episódio e usei de todas essas experiências para o treinamento dos novatos. Meu querido pai me ensinou que não podemos perder a dignidade, o respeito, a autoestima e a esperança. Digo que tenho trabalhado focado nessas virtudes, nesses ensinamentos. Podemos tirar algumas lições do acontecimento e, a partir delas, tentar construir doravante modelos de comportamento e atuação:

1º) Competência e política não se misturam. Uma é água límpida, a outra óleo queimado.

2º) No ambiente de trabalho, jamais revelar tudo o que sabe. Administre o saber.

3º) Assim como as impressões digitais, as mentes não têm paridade.

4º) Cavalo velho não sobe escada, porém, pode puxar uma carroça carregada.

5º) Antes de procurar entender as pessoas que cercam você, procure entender a si próprio.

6º) A capacidade de provocar mudanças está no interior de cada um de nós.

7º) Não depende dos outros a transformação de ambientes desfavoráveis.

8º) Confiar demais pode dar início à gestação de uma serpente de sete cabeças.

9º) O medo de perder o emprego passa a ser bem menor quando a pessoa desperta o espírito de combatividade e descobre em tempo hábil as suas potencialidades.

10º) Todo mundo é importante para o processo sustentável até que consiga desnudar as suas verdadeiras intenções com relação a ele.

Passados treze anos (1999/2012), constatamos que esses conceitos são absolutamente aplicáveis ao atual momento. Os ciclos econômicos instáveis comumente desestruturam o empresariado, que, sem a competente assessoria, tem trocado os pés pelas mãos, tem dilapidado o seu maior patrimônio: o seu quadro funcional – este não deve ser contaminado pelas perspectivas sombrias, e sim, convocado para agregar valor ao processo estruturado de mudanças e adaptabilidades aos novos cenários.

No que se refere à matéria Best Seller – 3ª parte, “O anexo”, confesso que fiz de tudo para não revelar o conteúdo, digamos, sigiloso. A propósito, o tal apenso (Programa para Redução de Custos na Área de Marketing), jamais poderia ter sido publicado sem a devida apresentação das planilhas de custos que dariam sustentabilidade ao projeto, mesmo sendo intermináveis. Pensando bem, acho que foi melhor assim porque algum economista de plantão poderia se apoderar delas. Divulguei “O anexo”, como material didático, em primeiro lugar para não fugir à responsabilidade, e, segundo, porque já tinha gente me cobrando até na fila da padaria, gente realmente interessada em Marketing, provavelmente gerentes com problemas atuais similares aos meus do passado procurando consultoria gratuita.

Como autor do texto na sua essência, objeto do anexo “Programa para Redução de Custos na Área de Marketing”, encaminhado por mim, via Lotus Notes (Correio Eletrônico Interno), ao Coordenador de Marketing do Grupo Simões, no dia 21 de dezembro de 1998, precisamente às 13h08min, assumo total e irrestrita responsabilidade pelo seu integral conteúdo perante as leis coloniais (só as luso-brasileiras), e também junto aos possíveis manifestantes administrativos que nelas se escoram, ou tentam. De repente, chego à conclusão que estou exagerando um pouco por ficar me preocupando com os outros, ou melhor, com aqueles que fazem parte do clero. Prefiro ficar do lado dos fiéis. Já tem traidor de sobra.

Na verdade, acreditava, naquela altura, que tal trabalho sensibilizasse o quartel general do Grupo Simões, e sonhava ser chamado para uma conversa reservada para, em conjunto, discutirmos os seus principais pontos. Como isso não aconteceu, e até hoje não fiquei sabendo dos motivos, não me restou alternativa senão me sentir aliviado pelo cumprimento do dever, enquanto ainda funcionário. Aprendi, mais tarde, que os nossos superiores não gostam de ser lembrados das suas obrigações, tampouco de alguém que realize as suas atividades por julgá-los ineficientes, independente dos níveis de pressão. O comprometimento, este sim, passa a não ter valor algum, para eles.

Na preparação das treze “Histórias pitorescas” (Best Seller – 4ª parte) confesso que me distraí bastante. Formalizei três condições: 1ª) Ficar à vontade com relação ao uso da língua portuguesa, até porque ela é patrimônio da humanidade; 2ª) Não permitir ou aceitar críticas de pessoas que, premeditadamente, quiseram me acusar do emprego de verborreia (falar excessivamente sem dizer nada com nada, ou seja, um discurso de político, onde se fala muito e não se diz nada. Ato de falar sem parar e sem pensar). Lula se enquadra perfeitamente neste conceito; 3ª) Não pagar penitência a quem quer que seja por escrever palavrões – excluo as palavras grandes e difíceis de pronunciar.

Por falar nisso, nas treze “Histórias pitorescas”, contabilizei um total de 72 palavras de baixo calão – na opinião dos indecentes enrustidos. Por outro lado, se considerado o total de 7.096 palavras escritas nessas mesmas 13 “Histórias pitorescas”, fica fácil calcular a participação, ou seja, de apenas 1%. Falsos moralistas (conheço alguns hipócritas, nus ou vestidos) certamente se ofenderão ou se sentirão menosprezados. Meu intuito não foi esse. Para aquelas pessoas ‘não moralistas’ (pessoas normais e de bom gosto) o que vale é o caráter humorístico, o lado romântico existente na arte de escrever e falar com plena liberdade de expressão. Na estatística do “Contar palavras”, nesses 7.096 vocábulos identifiquei 34.485 caracteres sem espaços e 41.736 caracteres com espaços, tudo isso dentro de 122 parágrafos e 623 linhas. Veja só, depois de ter tanto trabalho na digitação, de sã consciência, alguém acha que eu vou ficar preocupado com opiniões desagradáveis a ponto de perder o sono? Podem retirar o filhote de equino da perturbação pluviométrica (Tirar o cavalinho da chuva).

Filho da puta, por exemplo, eu escrevi 7 vezes, considerando a inclusão do feminino, plural e demais correspondentes. Esse número é infinitamente menor do que o quantitativo ouvido pelo juiz de futebol, e bandeirinhas, até mesmo em jogos amistosos. Cu e tobas, que é a mesma coisa, mencionei formalmente também 7 vezes; ora, todo mundo tem um, portanto, fiquemos quietos. Entre puta e putas eu escrevi 6 vezes. Só da boca da minha vizinha eu ouço muito mais do que isso quando ela se refere à filha da moradora do apartamento 201. Porra eu escrevi 6 vezes, mas, se formos parar pra pensar direito, essa expressão sai até da boca de criança ao nascer: “Porra, tava melhor lá dentro!”. Entre foda, foder, fode e fodidos escrevi 6 vezes, porém, essas expressões estão no cardápio do povo, sobretudo quando diz: “É foda!”, “Vou te foder!”, “Não fode!”, “Estamos fodidos!”. No somatório de caralho, cacete e pinto, foram 5 menções. São expressões que denotam exclamação. Bem que poderia deixar o pinto de fora. Vamos em frente. Babaca nem conta, contudo, escrevi 5 vezes – babaca muita gente é e finge que não sabe. Será? Merda eu escrevi 4 vezes; poderia ter escrito bosta, porque só numa novela da Globo em horário nobre eu ouvi essa tal de merda 5 vezes. Já perdeu a graça. Bunda, também foram 4 vezes; idem comentário anterior. Como não fica legal chamar bunda de bosta, eu diria no seu lugar traseiro ou nádegas, só para ser diferente. Trepava, trepando e trepadas, totalizei 4 vezes. Como eu não faço isso há muito tempo, já perdi a prática, de modo que me abstenho de tecer maiores comentários a respeito. Chupadinha, Sexo oral e boquete me obrigam a permanecer absorto, todavia, foram 3 citações (1 para cada ação bestial). Ah, até que enfim, Puta que o pariu. Esta me surpreendeu; não teve muito IBOPE. Foram apenas 3 vezes mencionada. Veja como cai bem nesse caso: Puta que o pariu, solenemente. Até o pároco daqui de Vila Velha costuma assim se expressar quando a sacolinha fica vazia, ou quase – não é o caso de outros templos da fé. Para encurtar, cada uma das palavras a seguir foram escritas somente 1 única vez: Cocô, caganeira, mijar, veado, corno, enrabada, goza, masturbar, perereca, cabacinho, comê-la, e cagalofística (12 no total). Nota de repúdio: Temo que apareçam falsos moralistas para promoverem a recontagem dos 72 palavrões visando uma possível abertura de processo. Para facilitar o trabalho deles, provando que sou boa gente, coloquei-os em negrito e em itálico. Pelo menos agradeçam.

A propósito, dou por encerrada esta missão e prometo não comentar mais sobre Best Seller, ABRH-RJ, Gamalfa Consultoria, Carta velada, O anexo, Histórias pitorescas. Não abro mão dos palavrões.

Frase do dia:

“A visão além da janela, só é permitida àqueles profissionais que sabem interpretar os horizontes”

Augusto Avlis

Sobre augustoavlis

Augusto Avlis nasceu no Rio de Janeiro na metade do século XX. Essa capital foi antes o Distrito Federal e o Estado da Guanabara. Profissionalizou-se em Marketing Operacional e fez parte, como Executivo, de multinacionais do segmento alimentício por mais de três décadas, além de Consultor de empresas. Formado em Comunicação Social, habilitou-se em Jornalismo. Ocupou cargo público como Secretário de Comunicação. Hoje dedica-se às atividades de escritor e cronista.

Discussão

Nenhum comentário ainda.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Digite seu endereço de email para acompanhar esse blog e receber notificações de novos posts.

Junte-se aos outros seguidores de 159

%d blogueiros gostam disto: