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Política

Supremo manicômio – Vigésima oitava parte

Supremo manicômio – Vigésima oitava parte

O Supremo Tribunal Federal já admite a derrota do seu comparsa, Lula, no 2º Turno das Eleições, que acontecerá num domingo, dia 25 de outubro. Falta pouco. Por isso, começou a recuar com medo do inevitável Impeachment, e alguns ministros hastearam a bandeira branca, querem negociar com a Direita que dominará o Congresso Nacional a partir de 2027. O primeiro objetivo é tentar salvar a cabeça do Alexandre de Moraes. É aquela coisa, quando a sua vidraça passa a ser alvo das pedras alguma providência tem que ser tomada com urgência. Os togados sabem que estão expostos, completamente nus no palco, prontos para o Swing. Visão do Inferno pensar na Cármen Lúcia na posição fetal. Flávio Dino falou que está muito preocupado com a sua imagem no Maranhão, por isso, não irá ao evento do “troca-troca”. Uma conclusão: Nas orgias financeiras, sobretudo quando envolvem desvios de dinheiro público, ninguém é amigo de ninguém. Trocando de parceiro ou não.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), reeleito com 3.117.805 votos no 1º Turno (o mais votado da história do país), afirmou que defende “sem anistia” para o ministro Alexandre de Moraes. No dia 7 de outubro último, Nikolas Ferreira, numa entrevista concedida ao programa Hora H, da CNN Brasil, confirmou que a primeira pauta que será discutida no Senado Federal, logo no início da nova legislatura, será o Impeachment de Moraes. Ninguém aguenta mais! Outros ministros virão a reboque. Precisamos limpar a Suprema Corte. Um mar de lama escorre pelos esgotos de Brasília. “Joga pedra na Geni, joga bosta na Geni…” Tem muita pedra e bosta para serem jogadas. Genis também não faltam.

As mazelas brasileiras nos comovem, choramos pelos cantos. Amaldiçoados os ministros que ressuscitaram o Lula, que o trouxeram à cena do crime, para que cometesse crimes continuados mais gravosos. O PT abriu as portas do Inferno e o STF deu as chaves. Vamos gritar! Deixa de bobagem, quem estará disposto a ouvir as nossas súplicas? Nós mesmos, quando olharmos para o espelho quebrado, refletindo a nossa cara deformada. Os presos injustiçados do 8 de janeiro perderam a voz; o grito do silêncio não nos deixa dormir. Nessa altura, dúvidas surgem para nos atormentar: O STF está usando o Lula, ou o Lula está usando o STF? São duas máquinas de mentiras, um engodo, uma isca para atrair, para enganar os incautos. Não é mais. Aprendemos com a dor que não se dá a outra face para ser batida.

Amigos leitores, não tenham dúvida disso, a libertação do nosso país está nas mãos dessa juventude aguerrida, que demonstra coragem, valentia e espírito combativo,  muito bem representada por Nikolas Ferreira, Lucas Pavanato, Eduarda Campopiano, e tantos outros que estão se inspirando nos seus exemplos. Nomes que se despontam na política brasileira com o desafio de resgatar a moralidade institucional e a Democracia que foi sequestrada pela Ditadura de toga.

Precisamos repensar o critério de escolha dos nomes para ocuparem as vagas de ministros do Supremo Tribunal Federal. Segundo o Artigo 101 da Constituição Federal de 1988, “O Supremo Tribunal Federal compõe-se de onze Ministros, escolhidos dentre cidadãos com mais de trinta e cinco e menos de setenta anos de idade, de notável saber jurídico e reputação ilibada (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 122, de 2022). Parágrafo Único. Os Ministros do Supremo Tribunal Federal serão nomeados pelo Presidente da República, depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal”.

Esse seria o melhor dos mundos, se os tais cidadãos realmente tivessem notável saber jurídico e reputação ilibada, e se o Presidente da República não fosse um analfabeto funcional, responsável pelas escolhas. Só para refrescar a memória: “No mês de setembro de 1993, Luiz Inácio Lula da Silva disse, durante uma viagem pela Amazônia, que ‘o Congresso Nacional tinha uma maioria de uns 300 picaretas que defendem apenas seus próprios interesses’. À época, Lula era presidente nacional do PT e pré-candidato à presidência para as eleições de 1994”. Lembrando, nas eleições presidenciais de 1994 e de 1998, Lula foi derrotado por Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Já naquele tempo, Lula demonstrava total desprezo pelo Congresso, e, com a sua notável malandragem, soube corromper os “300 picaretas” e continuou nessa prática nefasta durante todos os seus mandatos, incluindo os da Dilma Vana Rousseff. Na verdade, todos fazem parte da mesma engrenagem delituosa. Nomear o próprio advogado (Cristiano Zanin, em 2023), e vangloriar-se de ter indicado o primeiro ministro comunista para o Supremo (Flávio Dino, em 2024), para o Lula, isso não tem a menor importância, na medida em que o pacto já estava formalizado entre eles: “Eu ajudo você e você me ajuda”. As sabatinas dos indicados no Senado da República a gente sabe como funcionam. Pedir a Deus que pessoalmente analise os currículos dos indicados ao Supremo seria pedir demais, ou algo impossível. Quem está certo, quem está errado? Sobrou para os eleitores, que elegeram os políticos errados, não acompanharam a escalada da corrupção, reelegeram de novo os bandidos. Moral da história: Estamos fodidos. Acredite na evolução da espécie.

Talvez a saída que todos nós brasileiros esperamos seria uma nova Assembleia Constituinte, formada por representantes eleitos pelo povo, com a missão específica de reescrever e/ou reformar a Constituição, que se encontra desatualizada, parecendo uma colcha de retalhos. Haverá muita resistência porque ninguém quererá perder poder, sobretudo o STF.

Uma frase bem resume o Partido dos Trabalhadores: “O PT se não estiver roubando está mentindo”. Os cúmplices assistem.

Para reflexão: Ateie fogo num rato capturado e veja o que acontece.

Continua na Vigésima nona parte.

Augusto Avlis

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Sobre augustoavlis

Augusto Avlis nasceu no Rio de Janeiro na metade do século XX. Essa capital foi antes o Distrito Federal e o Estado da Guanabara. Profissionalizou-se em Marketing Operacional e fez parte, como Executivo, de multinacionais do segmento alimentício por mais de três décadas, além de Consultor de empresas. Formado em Comunicação Social, habilitou-se em Jornalismo. Ocupou cargo público como Secretário de Comunicação. Hoje dedica-se às atividades de escritor e cronista.

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