Supremo manicômio – Vigésima sexta parte
A primeira vez que eu ouvi a palavra “CONSÓRCIO”, para definir um grupo de Instituições que se uniram por meio de uma Máfia para roubar os cofres públicos, foi da boca do jornalista e escritor brasileiro Guilherme Fiuza, âncora do programa OUTRA COISA da Revista OESTE. Fiuza tem feito um bom trabalho, decorrente da sua peculiar agudeza de espírito, muito embora as suas críticas políticas, inteligentes, diga-se de passagem, não sejam capazes de mudar a opinião das bestas quadradas que orbitam Brasília. Aí que tá a graça, deixá-las pensar que são perfeitas no que fazem.
Mas, afinal, quem forma esse tal CONSÓRCIO? Os quatro Poderes da República: Judiciário, Executivo, Legislativo, e, o quarto Poder, a imprensa estatizada, aquela do PIX creditado, que desde 2019 passou (agora menos) pano para todas as arbitrariedades e crimes cometidos pelos integrantes desse grupo mafioso. Tem pedras voando e os telhados de vidro são muitos.
Convidados especiais para participarem do esquema de falcatruas: banqueiros, empresários de diversos ramos de atividades, pasmem, até políticos aposentados que curtiam o ostracismo. Filhos das meretrizes honestas! Todos tinham funções definidas na empresa sem alvará. Exigências: Relativo perfil político e habilidades comportamentais comparadas aos cupins. CONSÓRCIO, nova classe pertencente à subordem dos Isópteros, nome científico bastante sugestivo para nomear os ladrões do erário. Que morram engasgados pela obstrução de todas as suas vias. Que outros abutres políticos faleçam sufocados com gosma catarrante, nojenta, repugnante, produzida pelos seus discursos empolados nas tribunas do puteiro. Biltres desgraçados.
Dá pra acreditar nisso, e na esperança que o Brasil tem jeito? Pode ser que tenha, vai demorar um pouco, esse dia chegará. Não se reconstrói uma casa em ruínas de um dia pro outro. Pedreiros morrerão e faltará material de construção. O povo brasileiro é resiliente, gerações anteriores passaram por coisa pior. Eu sou uma testemunha viva da história. Depois eu conto as experiências, ou parte delas, desde que autorizadas pela Biblioteca Nacional.
Já ficou provado que o brasileiro tem a capacidade de se adaptar aos problemas que ele não ajudou a criar, a superar os momentos difíceis pelos quais passa, e a se autorrecuperar feito rabo de lagartixa de parede. Não vai ser por conta desse pequeno abalo sísmico que seremos obrigados a correr pras montanhas do Himalaia. O brasileiro de bem é honesto, teimoso, trabalhador, não compactua com coisa errada, defende as mudanças necessárias em prol de um futuro melhor para a sua família. Essa é a questão que o PT, como pior cego, se negou a enxergar desde a sua fundação em 10 de fevereiro de 1980, no Colégio Sion, em São Paulo.
Fato é que o resultado do 1º Turno das Eleições de 4 de outubro, colocando Flávio Bolsonaro (PL) à frente do Lula (PT), deixou o CONSÓRCIO em completo desespero. Comparo a sua reação àquela externada por galos, galinhas e pintos no momento em que uma raposa invade o galinheiro. Puro terror. Até uma barata consegue atravessar o perímetro do mesmo sem ser comida por alguma das aves. Flávio obteve 56.104.503 votos (47,03%) e Lula 53.879.538 votos (45,16%). A diferença de 2.224.965 votos (1,87%) a favor de Flávio foi o bastante para deixar muita gente com as barbas de molho e arrancando os cabelos onde não existem. É dada como certa a vitória do Flávio no 2º Turno, previsto para o domingo, dia 25/10/2026. As coligações partidárias só crescem. Favas contadas.
Os ministros do STF, que integram a facção do Alexandre de Moraes, têm plena consciência de que sofrerão processo de Impeachment em 2027, imposto pelo Senado majoritariamente de Direita. Não haverá “acordão” para salvar cabeças carecas e cabeludas. O Sistema, antes implacável, agora está de joelhos, todo borrado e implorando pelo perdão das freiras defloradas. Um cântico entoado entre as colunas do palácio: “Aos covardes, a forca!”. Todo bandido com uma arma na mão fica valente, quando preso pela Polícia vira a menina da vez; chora, fala fino, aceita dar o rabo na cadeia. Esse é o destino do “Cabeça de ovo”, o primeiro da fila das imolações.
Continua na Vigésima sétima parte.
Augusto Avlis
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