Eleições 2026
Segundo o TSE, a propaganda eleitoral somente é permitida a partir de 16 de agosto do ano da eleição. A propaganda eleitoral na Internet pode ser realizada em sites de candidatas e candidatos, partidos, federações e coligações, bem como em Blogs, redes sociais, aplicativos de mensagens e outras plataformas digitais, observadas as regras previstas na legislação.
A TV Bandeirantes promoveu o primeiro debate presidencial no último domingo, 23/08. Somente três candidatos participaram: Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). Os outros três candidatos convidados pela BAND, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), optaram por não comparecer ao evento. A Rede Bandeirantes é tradicionalmente a primeira emissora a promover debates entre os candidatos à Presidência da República no Brasil.
Conforme matéria da revista VEJA, o próximo debate entre os candidatos à Presidência da República está marcado para o dia 14 de setembro, uma segunda-feira, a partir das 22h. O encontro será promovido por A Hora da Decisão, consórcio inédito formado por VEJA e outros dez veículos de comunicação, com transmissão simultânea em diferentes plataformas.
O debate da BAND ainda está reverberando nas redes sociais, não pela qualidade do debate, mas pela péssima performance dos três presidenciáveis que marcaram presença na emissora. Foi mais um pouco do mesmo (assim como ocorreu nos pleitos anteriores), porém, com uma diferença: o Script mudou para pior! Não deu para degustar a salada de pepino sem sal e azeite.
O cochilo (pequena soneca), ao vivo, do candidato a vice-presidente na chapa de Ronaldo Caiado (PSD) para as eleições de 2026, o ex-prefeito de São Paulo e presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, foi só um mero detalhe naquela arquibancada circense. O que vimos foi um espetáculo de profissionais acrobatas, palhaços, malabaristas, enfim, gente excêntrica, extravagante, totalmente à margem do padrão de normalidade. Quem não assistiu ao debate saiu ganhando, livrou-se de passar mal por conta de prováveis náuseas e outros desconfortos estomacais.
No dia 14 de setembro, a partir das 22h, quando ocorrerá o segundo debate (torcendo desde já para que faltem os seis candidatos), o âncora apresentador do programa A Hora da Decisão certamente tentará ser mais profissional do que os jornalistas Adriana Araújo e Eduardo Oinegue, apresentadores do Jornal da Band, que foram os mediadores do primeiro debate presidencial. Em algum momento perderam o foco do debate.
Recomendarei à revista VEJA que contrate alguém, podendo ser um jornalista sem diploma, tipo apresentador de circo televisivo com voz empostada: “Respeitável público, o espetáculo vai começar! Sejam todos bem-vindos ao mundo da magia e da alegria!”.
Puta que pariu! De novo será criado um clima de fantasia! Ninguém merece. De nada adiantará o apresentador fazer gestos com os braços para receber os aplausos. Se o evento acontecer de fato é muito provável que o Gilberto Kassab durma novamente e que boa parte do público resolva ir ao banheiro. Quem estiver em casa ligado no debate, mandará, solenemente, todos à merda, com ou sem roteiro.
Augusto Avlis
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