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Política

Curta e grossa – 7ª parte.

Curta e grossa – 7ª parte.

DEZ IDEIAS DE JERICO OU DE JUMENTO. Na visão de quem discorda. A filosofia popular de vez em quando nos proporciona verdadeiras pérolas.

1ª. “Como eu parei de trocar farpas com a minha mulher amada, por inteligência, com quem está no poder não trocaria jamais por conta das graves consequências já experimentadas. Que se explodam por lá os poderosos, sozinhos, com a ajuda seja de quem for. Graças a Deus que no Brasil não temos homens-bomba – de certo os políticos os contratariam, via suborno, para mudarem os alvos dos atentados”. Ouvi mais ou menos isso na fila de idosos numa agência do BB – Banco do Brasil.

2ª. “Estado reformista. Obra que nunca acaba! Fala-se tanto na necessidade de reformas estruturantes, mas, a principal delas ninguém se refere: a Reforma de Consciência. Essa os políticos e afins não querem”. Conversa captada na feira.

3ª. “A neutralidade que queremos é a da Justiça, que não consegue seguir um clássico comportamento: ‘Deixe-me fora disso’. Permanecer neutra e ser imparcial em coisas que não lhe dizem respeito são realidades distantes”. Um injustiçado discursando dentro da Casa Lotérica. E ainda disse mais: “Você quer ficar bem com a Justiça? Então faça de tudo pra nunca precisar dela”.

4ª. “A Divina Comédia continua sendo uma comédia. História da conversão de um contumaz pecador em direção ao caminho de Deus. Os versos da Divina Comédia apontam a necessidade de se seguir o caminho do bem e da ética. O protagonista é o símbolo do ser humano vulgar e representa o cidadão comum, que tem dúvidas, hesita, é tentado pelo mal. Os políticos brasileiros diriam: Deixem-nos fora disso”. Comentário de um ator desempregado que conseguiu decorar o texto.

5ª. “O Latim será a próxima língua falada e escrita a ser exigida em todos os níveis de ensino no Brasil. Com o surgimento da linguagem neutra (estratégia para evitar o uso do masculino genérico no idioma) e da linguagem não-binária (uso de expressões orais ou escritas que fujam da ideia dual de identidade de gênero) estão aparecendo inúmeros casos de transtornos neurológicos e crises existenciais sem precedentes no país. A língua latina acabará com as diferenças no processo comunicacional colocando todos os indivíduos no mesmo patamar de respeito”. Dito por um professor de Direita – raridade, dificilmente o encontramos.

6ª. “Acende a luz amarela como alerta nas sociedades. O aumento vertiginoso no número de suicídios, independentemente da faixa etária. As pessoas que não possuem uma ‘visão transcendental’ estão se matando, tirando a própria vida, porque não estão conseguindo se definir na vida quanto às opções apresentadas pelo politicamente correto. To be or not to be, that is the question. Acende a luz amarela”. Antes de morrer, afirmou um potencial candidato a cometer suicídio – soube mais tarde que cometeu!

7ª. “Nos palanques políticos cabem quaisquer enredos. A mediocridade encabeça os temas”. Sem autoria definida – ideia geral. Quase.

8ª. “O Brasil é o paraíso das pantomimas. Tá difícil fazer algo de prático”. De um controlador de bonecos de engonço. O Lula seria um desses bonecos?

9ª. “As curtas opiniões, por serem curtas, não esclarecem muita coisa. Apenas servem para aumentar a população de minhocas nas cabeças das pessoas”. De um cara que fala pouco.

10ª. “O ministro Luís Roberto Barroso, do STF e presidente do TSE, disse que as Eleições de 2022 serão livres e em clima de paz. Ele afirmou, também, que o Judiciário e o Legislativo são os guardiões da Democracia. Ele acertou nesse último ponto, porque a Constituição de 1988 foi rasgada faz tempo – o único instrumento capaz de assegurar os direitos fundamentais dos cidadãos. A mim me parece que o Judiciário e o Legislativo têm perfil ideal para assumirem a posição de Guardiões da Galáxia”. Um maluco falou isso dentro de um mictório público e ainda chamou LRB de BV (Boca de Veludo).

Augusto Avlis

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Sobre augustoavlis

Augusto Avlis nasceu no Rio de Janeiro na metade do século XX. Essa capital foi antes o Distrito Federal e o Estado da Guanabara. Profissionalizou-se em Marketing Operacional e fez parte, como Executivo, de multinacionais do segmento alimentício por mais de três décadas, além de Consultor de empresas. Formado em Comunicação Social, habilitou-se em Jornalismo. Ocupou cargo público como Secretário de Comunicação. Hoje dedica-se às atividades de escritor e cronista.

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