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Política

Curta e grossa – 4ª parte.

Curta e grossa – 4ª parte.

“As veias do Autoritarismo são alimentadas com o soro da insanidade, que corre em gotas, numa transfusão lenta, porém eficaz”.

Augusto Avlis

Repetirei este meu pensamento tantas vezes no tempo em que necessárias. Isto é sério; as futuras gerações dependerão do que fizermos agora – o tempo da prorrogação está acabando. Repetirei: “As veias do Autoritarismo são alimentadas com o soro da insanidade, que corre em gotas, numa transfusão lenta, porém eficaz”. Parece que todo mundo ficou cego, perdeu por completo o juízo ou se rendeu de vez. Fechar os olhos não vai resolver o problema. As nossas Instituições estão ruindo feito castelos de cartas, apodrecendo nas bases. As condições estão sendo criadas e o terreno fertilizado para a invasão do monstro do pântano. Não haverá na Terra lugar seguro. Pensem nisso.

O mundo passa por profundas transformações na sua geopolítica – estava previsto, os sinais foram dados. O processo de mutação no DNA está sendo rápido demais, de maneira contundente, que não nos permite interpretar e determinar o significado preciso das causas e, principalmente, medir os seus efeitos. Um novo desenho de poder se mostra evidente nos continentes, sabem-se lá os nomes dos arquitetos do Apocalipse. Uma coisa é certa, sabemos de qual montanha descerá a avalanche, portanto, não fiquemos aos seus pés.

Quais dos líderes mundiais guardam os “segredos sobrenaturais”? Destes comandantes, quais possuem visão apurada para interpretar as realidades globais da Terra e dar o verdadeiro sentido ao planeta no que diz respeito ao seu destino? As drásticas mudanças, às quais todos nós estamos submetidos, não têm volta; elas acontecerão, como já estão acontecendo sob uma atmosfera de catarse coletiva. Assim sendo, a inevitável “subordinação” nos colocará de joelhos em contemplação de trágicos espetáculos sucessivos, portanto, sem interrupção. A luz do entardecer poucos humanos conseguirão enxergá-la.

Que fenômenos são esses que desorientam o ponteiro da bússola? Provavelmente os mesmos campos magnéticos que desnorteiam a razão dos líderes globais compromissados com uma “Nova Ordem Mundial” a qualquer custo (inclusive de vidas humanas), no qual modelo de governança as relações internacionais de poder obedecem às hierarquias impostas pelos países que se julgam invencíveis, sobretudo nos contextos militar, político e econômico. Guerras entre nações e conflitos de toda ordem são programados em planilhas; a destruição sistemática de regimes contraditórios como um dos objetivos a alcançar; disputas territoriais incentivadas regionalmente; ideologias políticas provocando rupturas; vidas ceifadas em nome do controle populacional. Realidade curta e grossa. O raiar do dia uma incerteza.

No passado as guerras eram vencidas pela arma de Infantaria, responsável por ocupar territórios inimigos e fincar a bandeira das tropas vencedoras. As guerras da atualidade não precisam ser deflagradas com armas de fogo convencionais, a mais inteligente delas é invisível e, portanto, não faz barulho, mas com uma letalidade nunca vista. Ademais, para matar milhões de pessoas no mundo, talvez bilhões, o custo operacional é extremamente baixo. A humanidade jamais será a mesma a partir desta década, escolhida para experimentos biológicos de extermínio. A salvação da espécie humana ficará limitada, localizada. Então, pra que adiantarmos o problema? Tudo corre contra o tempo, que é implacável.

O planeta em exaustão está indefeso. O dinheiro, a moeda de troca como nós conhecemos, deixará de ter importância. Ar, água e comida para alimentar as bocas salvas serão trocados por sangue. O poder que tanto a “Nova Ordem Mundial” persegue é a sobrevivência da espécie selecionada; nada mais do que isso. A posição dos astros está interferindo na cabeça dos humanos, na sua capacidade de pensar e de agir. O universo não está respondendo à procura de novos mundos, de modo que a única nave espacial que dispomos – este minúsculo planeta azul chamado Terra – tem tudo para sair de órbita e se perder no espaço sideral. Pra sempre! A “Nova Ordem Mundial” pode provocar este desastre bem antes do esperado.

Augusto Avlis

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Sobre augustoavlis

Augusto Avlis nasceu no Rio de Janeiro na metade do século XX. Essa capital foi antes o Distrito Federal e o Estado da Guanabara. Profissionalizou-se em Marketing Operacional e fez parte, como Executivo, de multinacionais do segmento alimentício por mais de três décadas, além de Consultor de empresas. Formado em Comunicação Social, habilitou-se em Jornalismo. Ocupou cargo público como Secretário de Comunicação. Hoje dedica-se às atividades de escritor e cronista.

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