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Fatos em Foco

COVID-19 – Sétima parte

COVID-19 – Sétima parte

“A efemeridade da vida não aplacará o ímpeto da ganância, muito pelo contrário, a ambição recrudescerá. Nações priorizarão os seus tesouros em detrimento de povos fragilizados. As fronteiras entre países fechar-se-ão. O sentimento de comoção prevalecerá entre os mais pobres em momentos de tragédias, enquanto os mais abastados, opulentos, os incentivarão nesta prática. O ‘ser’ e o ‘ter’ entrarão em conflito – haverá um lado perdedor. Cada ser humano terá que conviver com isso. Arrependimentos não receberão perdão”.

Augusto Avlis

A Academia de Ciência da China (Chinese Center for Disease Control and Prevention – briefly as China CDC) é um dos maiores centros de genoma (Genética) do mundo. Os chineses são especialistas em Clonagem, em Embriologia e em Virologia. Leia-se: “Genoma: Conjunto haplóide, ou seja, células haplóides que possuem apenas um conjunto cromossômico; conjunto de todos os genes de uma espécie de ser vivo; conjunto de todas as moléculas de ADN presentes em uma célula de determinada espécie de ser vivo”. Portanto, os chineses têm know-how para se considerarem semideuses e até mesmo se passarem por Deus – cujo ente infinito, verdadeiro, não é lembrado nas invenções e/ou descobertas que contrariam a lógica.

Pesquisas científicas do CDC chinês recebem financiamentos do governo cada vez maiores, de modo que não tem faltado Yuan, ou Renminbi (dinheiro do povo). Conquistas do CDC chinês, entre tantas, leia-se: A Universidade Médica de Guangzhou usou uma técnica de edição de genes CRISPR para induzir artificialmente uma mutação em células humanas e torná-las resistentes ao HIV, o vírus que causa a AIDS. Porcos, cães e vacas são clonados. A equipe chinesa de cientistas até agora só produziu filhotes de macacos saudáveis clonando células de outros fetos de macacos, não de macacos adultos. Em outubro de 2018, pesquisadores criaram camundongos saudáveis com duas mães usando a tecnologia CRISPR, esse feito que pode ajudar os pesquisadores a entender melhor a reprodução dos mamíferos. Apesar de as questões éticas que cercam essa pesquisa, a magnitude e o custo do trabalho já realizado reforça a sensação de que, quando a China puser em foco uma meta científica ou tecnológica específica, nada a deterá”.

Continua: “A China se tornou, em 2017, o líder mundial em ciência de células-tronco e medicina regenerativa. Pesquisadores da Universidade Sun Yat-sen, em Guangzhou, criaram surpresa alarmante quando em 2015 anunciaram o primeiro uso de edição genética de alta precisão (CRISPR/Cas) em um embrião humano – não para medicina reprodutiva, mas para examinar a viabilidade da técnica para editar uma doença – usando embriões de fertilização in vitro que não poderiam desenvolver mais. Isso levou a outra equipe de cientistas em 2018 a usar a técnica de CRISPR para reparar uma mutação causadora de doenças em embriões humanos viáveis. Os cientistas chineses corrigiram uma mutação que causa a Síndrome de Marfan, uma doença incurável do tecido conectivo que afeta 01 em 5.000 pessoas. Em estudo CRISPR, em 2015, 36 pacientes com câncer de rim, pulmão, fígado e garganta tiveram células removidas de seus corpos, alteradas com CRISPR e, em seguida, infundidas em seus corpos para combater o câncer, em 2015. Outros estudos chineses procuraram usar o CRISPR para tratar o HIV, o câncer esofágico e a leucemia. Pacientes na China e nos Estados Unidos, em 2017, ficaram elegíveis para participar do primeiro ensaio de câncer CRISPR de Fase 1 do gene humano. Ao final de fevereiro de 2018, havia nove estudos clínicos registrados testando células editadas por CRISPR para tratar vários tipos de câncer e infecção por HIV na China”.

Continua: “Em 2018, as gêmeas, chamadas Lulu e Nana, supostamente tiveram seus genes modificados antes do nascimento por uma equipe científica chinesa usando a ferramenta de edição CRISPR. O objetivo era tornar as meninas imunes à infecção pelo HIV, o vírus que causa a AIDS. Mas, uma pesquisa de 2019 mostra que a mesma alteração introduzida no DNA das meninas, à exclusão de um gene chamado CCR5, não apenas torna ratos mais inteligentes, mas também melhora a recuperação do cérebro humano após um derrame e pode estar ligado a um maior sucesso escolar. Ao final de 2018, pelo menos 86 pessoas tiveram seus genes editados, e havia evidências de pelo menos 11 ensaios clínicos chineses usando CRISPR. A inovação técnica CRISPR foi transferida para outros setores econômicos”.

Continua: “Cientistas chineses realizaram, em 2019, um experimento no qual criaram macacos transgênicos carregando um gene humano que é importante para o desenvolvimento do cérebro. Adicionando a versão humana de MCPH1 para embriões de macacos resultou em nenhum dos macacos terem cérebros maiores do que o normal, mas todos eles testaram melhor que a média em testes de memória e em habilidades de processamento. A China, em 2017, apresentou a primeira aplicação do sistema CRISPR/Cas9 em bovinos. Pesquisadores miraram o gene NRAMP1 com efeitos reduzidos (fora do alvo), criando bovinos transgênicos com maior resistência à tuberculose”.

Continua: “A China está dando grandes passos em outras áreas da ciência biológica também. As ondas mortais de gripe aviária que afligiram o país desde que foi detectada pela primeira vez em 2013 forneceram uma necessidade muito urgente de pesquisa em virologia. Pesquisadores chineses aprenderam muito sobre epidemias virais. Pesquisadores se concentraram em entender como “vírus zoonóticos”, como a gripe aviária, que passam de animais para humanos, são transmitidos através das espécies. Eles também analisaram as estruturas e os mecanismos moleculares dos vírus da Sars, Ebola, Zika e MERS (Síndrome Respiratória do Oriente Médio), que potencialmente representam ameaças globais”.

Apesar de as questões éticas que cercam essa pesquisa, a magnitude e o custo do trabalho já realizado reforça a sensação de que, quando a China puser em foco uma meta científica ou tecnológica específica, nada a deterá.

“Pesquisadores da Universidade Sun Yat-sen, em Guangzhou, criaram surpresa alarmante quando em 2015 anunciaram o primeiro uso de edição genética de alta precisão (CRISPR/Cas) em um embrião humano – não para medicina reprodutiva, mas para examinar a viabilidade da técnica para editar uma doença – usando embriões de fertilização in vitro que não poderiam desenvolver mais”.

Ao final de 2018, pelo menos 86 pessoas tiveram seus genes editados, e havia evidências de pelo menos 11 ensaios clínicos chineses usando CRISPR. A inovação técnica CRISPR foi transferida para outros setores econômicos.

Cientistas chineses realizaram, em 2019, um experimento no qual criaram macacos transgênicos carregando um gene humano que é importante para o desenvolvimento do cérebro”.

Sublinho destaques. A falta de ética na ciência e o egoísmo do governo chinês transformarão o mundo, levando-o a períodos turbulentos, quiçá a caminhos sem volta. Quando a humanidade se der conta do perigo da prática aética científica será tarde demais! O mundo jamais será o mesmo. Muito provavelmente boa parcela da humanidade não existirá mais. Uma questão de sobrevivência? Talvez. Isso é uma pequena amostra do que foi revelado pelas autoridades chinesas, seja na imprensa como em revistas científicas. Fico a imaginar o que ocorre sob segredo da República Popular da China, Socialista Unipartidária, em termos de experiências científicas. Não, não dá pra imaginar.

A China é o país com o maior crescimento econômico das últimas duas décadas e meia, registrando uma média de crescimento do PIB girando em torno de 10% por ano. A partir do começo do “boom econômico” a China afastou definitivamente da sua agenda qualquer experiência que denote ficção científica e partiu para o que chamou de “realidade científica”. Uma realidade que assusta do ponto de vista das “descobertas ocultas”. Perguntas que não querem calar: Será que a clonagem humana em grande escala na China já é um fato incontestável? O Novo Coronavírus (SARS-CoV2) teria a sua “fuga” facilitada de algum laboratório para testar a resistência desses clones humanos? Considerando como verdadeira a premissa anterior, a contaminação mundial pelo COVID-19 também seria uma forma de analisar os seus efeitos mortais nas sociedades de humanos naturais? Estamos em plena guerra biológica? Os pensamentos são férteis; o presente assusta; o futuro dá medo.

Augusto Avlis

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Sobre augustoavlis

Augusto Avlis nasceu no Rio de Janeiro na metade do século XX. Essa capital foi antes o Distrito Federal e o Estado da Guanabara. Profissionalizou-se em Marketing Operacional e fez parte, como Executivo, de multinacionais do segmento alimentício por mais de três décadas, além de Consultor de empresas. Formado em Comunicação Social, habilitou-se em Jornalismo. Ocupou cargo público como Secretário de Comunicação. Hoje dedica-se às atividades de escritor e cronista.

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