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Crônicas Aforísticas

Lixo humano – 3ª parte

Lixo humano – 3ª parte

O poder da transformação está dentro de cada indivíduo. É imprescindível a função da família no processo educacional dos seus membros, sobretudo na formação de conceitos em questões ambientais. O preparo é decorrente de experiências acumuladas ao longo do tempo. Filosoficamente, acho que não devamos esperar pela nova geração, agora, entendendo que, antes, devamos dar outra oportunidade a esta que aí está, com todos os seus erros, descuidados, negligências, mazelas, feridas, chagas, fraquezas, enfermidades carnais e espirituais. Todo mundo nasce anjo – ou pelo menos com cara de –, inocente; todo mundo nasce limpo, de corpo e alma. Ao longo da vida, tornar-se discípulo do Diabo ou representante do porco, vai depender das circunstâncias e também dos agentes externos influenciadores. Pois bem, de nada adiantará chutar cachorro morto; ou bater com um gato falecido na parede, até fazê-lo miar. A questão do lixo é extremamente complexa. O crescimento econômico tem a contraparte dos custos elevados e apresenta riscos dos mais variados, sobretudo para o meio ambiente. A destruição do planeta é uma variável considerada no processo.

Sabemos que o desrespeito começa dentro de casa, no seio familiar, que, por natureza, deveria ser o primeiro núcleo educacional, base da formação de uma sociedade igualmente educada e justa, respeitando limites, com regras a cumprir antes de reclamar direitos. Se o filho jogar o lixo no chão e, instantaneamente, o pai, ou a mãe, pedir ao mesmo para apanhá-lo, e jogá-lo no lugar certo, de certo, daqui a duas ou três décadas o problema estará resolvido. Mas, infelizmente, este procedimento ainda hoje não passa de raridade. Vocês devem se lembrar bem daquela proporção “um, entre dez”. Não podemos cobrar soluções dos poderes públicos constituídos, se a população, na proporção nove entre dez, não dá o devido exemplo. A COMLURB (Companhia de Limpeza Urbana) limpa, e em segundos depois, está tudo sujo novamente. Há mesmo quem diga que continuará sujando as vias públicas para garantir o emprego do gari, como forma de contribuição pessoal ao programa social – uma coisa sempre justificando outra. Vamos perdoar as árvores porque elas não têm braços móveis para pegar as folhas que caem dos seus galhos no chão.

Cenas, que já se tornaram comuns no quotidiano dos brasileiros, são desenhadas com tintas encarnadas no quadro da nossa cidade e do nosso país. Crianças e adolescentes somente escovam os dentes aos gritos; banho, só na porrada; defecar e não puxar a descarga torna-se bonito porque revela a arte do excremento; arrotar na mesa de refeições passa a ser prova de satisfação; espirrar em tom elevado é necessário para acordar os defuntos; peidar, ou seja, dar asas à flatulência (acumulação de gases no estômago ou nos intestinos; ventosidade) na presença de todos, inclusive de plateias não convocadas, é um ato de pura liberdade, para o peido; espalhar roupas sujas pelo chão da casa; cuspir ou escarrar nos vasos de plantas, quando não nos cantos; limpar meleca nas paredes, embaixo das mesas e das cadeiras; deixar restos de comida sobre a pia para atrair insetos, ratos e outros roedores (incluem-se também pessoas idosas portadoras de diabetes); pisar em cocô de cachorro, de gato ou de criança, mesmo que na sala de estar; são hábitos arraigados na cultura dos brasileiros (dos nove, entre dez). Permitidos passeios de animais rurais dentro de casa somente no meio rural, sobretudo cavalos, burros, bois, vacas, aves e políticos amigos.

Também, por cultura, o conceito de limpeza (para nove brasileiros, entre dez), “consiste em se livrar do lixo, tirando-o de perto de si o mais rápido possível”, mesmo que ele fique a apenas alguns metros de distância, como na calçada do vizinho, por exemplo. Livrar-se do lixo é tarefa das mais importantes e fáceis, não tendo nenhuma importância o lugar onde será colocado, seja na porta ao lado, no meio da rua, no fundo do quintal, de preferência no alheio, pendurado nas árvores ou nos fios, em cima dos telhados, debaixo do tapete ou da cama, dentro dos bolsos do guarda-pó da empregada, enfim, em qualquer lugar onde não o vejamos. Nunca se falou tanto em despoluição como agora. Virou moda, como se esta fosse a única saída para a salvação do planeta. Por que poluir? A ação de despoluir está intimamente ligada – isto na cabeça das autoridades e da população – ao ato de “tirar o que está poluindo e não de fazer cessar a poluição”. A preservação do meio ambiente ainda não se tornou cultura de massa. Lixo gerando lixo, numa ciranda sem fim. Ao longo dos séculos, dos milênios, a humanidade vem poluindo o ar que respira, vem sujando a água que bebe, vem assolando, arrasando, devastando, destruindo a terra que pisa e da qual extrai o seu alimento. Existe um ponto de saturação e não sabemos qual é. Os países componentes do primeiro mundo, movidos por interesses político-econômicos, precisam falar menos em políticas ambientais e devem partir para a busca de soluções consensuais para a salvaguarda da nossa morada no cosmos, antes que seja tarde demais. A nave Terra segue a sua trajetória rumo ao desconhecido.

Por cultura, também, passivos, os pais continuam a não fazer absolutamente nada, ou melhor, agridem as regras de higiene na presença dos filhos e se tornam, para estes, referência de maus exemplos. Como regra geral, tornam-se bons, pela prática constante, pelo ato contínuo.

Não vale a pena arrancar os cabelos agora, porque farão falta num amanhã próximo, durante uma nova guerra, entre sujos e limpos, em nome da religião, do dinheiro, ou do ouro negro; motivos esses que tanto têm separado os homens, limpos e sujos, nações e governos. Diante disso, não podemos, jamais, perder a esperança num mundo limpo. Comecemos o trabalho a partir de nós, potencializando a cultura da preservação.

Outras modalidades de lixo existem além do lixo real. O lixo virtual é aquele que fica no ar – você sabe que ele está ali, bem pertinho de você, em algum lugar, mas não o vê, como intenção de político e seus odores desagradáveis. A política brasileira fede, não obstante, aqueles julgados responsáveis por sua limpeza não souberam usar da vassoura no momento apropriado. O voto nunca foi levado muito a sério no Brasil – é um lixo. A poluição sonora é considerada outra espécie de lixo virtual, embora real, mas não palpável. Caso fosse, seria manifestada diferentemente da convencional. Se os políticos carregassem – assim como os rádios – botão para controle de volume de som, os seus discursos dar-se-iam em “OFF”. Ao contrário, os infernais aparelhos de som dos carros dos “malucos” (é assim que um jovem chama o outro) têm botão, ou melhor, botões para a potencialização do som – nego-me a divulgar o nome desta manifestação demoníaca de cultura sonora por medo das consequências, porque tenho ânus –, sempre cravados na escala máxima, em pura exaltação à violência generalizada e ao uso de entorpecentes. O pior, é que esses malucos jamais nos dão chance para questioná-los, porque passam sempre com os seus carros envenenados em alta velocidade, tampouco perguntam ou pesquisam se o restante da população quer ouvir aquele lixo musical. Que o diabo os acompanhe, ou os leve, de ouvidos tapados.

A pichação, mais negra do que colorida, é uma nojenta e asquerosa forma de poluição visual. Neste caso, o pichador, que quase nunca é visto, porque desaparece como um ninja, evapora como o éter, é considerado lixo virtual. Monumentos e propriedades privadas não são respeitados – a cultura representada por esses símbolos e o seu valor histórico também não. Vide o exemplo do que aconteceu com a recém-inaugurada, no calçadão de Copacabana, estátua de Carlos Drummond de Andrade, em homenagem ao centenário deste poeta mineiro. Ela foi literalmente pichada. Tinha jurado a mim mesmo que se pegasse um pichador no pleno exercício da sua maléfica profissão o faria engolir toda a tinta contida naquela maldita lata de spray, mas, antes picharia toda a sua cabeça e seus periféricos. O que faria com a lata vazia? Bem; vocês sabem que ele também tem ânus. Estaria, assim, criando uma nova forma de poluição: a poluição retal; com direito a participar de exposições de arte moderna.

O lixo natural é outra modalidade de lixo. O seu conceito é por demais simples: lixo natural é aquele que se incorpora à natureza; passa a fazer parte da paisagem por longo e longo tempo. Fica lá, imóvel, à espera que alguma boa alma se compadeça. O pobre coitado do rio Acari, na Cidade Maravilhosa, foi pego como bode expiatório, mas, exemplifica, com rigor propriedade, o que acontece com os demais rios do Brasil, sobretudo urbanos. Sofás boiando, pneus, latas, caixotes, garrafas, embalagens diversas, roupas, fogões, armários, camas de solteiro e de casados, colchões (idem), mesas, cadeiras, aparelhos eletrônicos, panelas, carcaças de carros, máquinas, entulhos de obras, esqueletos de animais, esqueletos de humanos, caixões com e sem defunto, defunto sem caixão, enfim, toda a sorte de lixo produzido pelo animal racional vivo chamado homem, servindo para decorar as águas dos rios como se essas águas e sua fauna natural não fossem o bastante para a contemplação do homem animal – este permanecerá animal. Até quando?

Dinossauros da vez. Campanhas para a despoluição – mera hipocrisia? Campanhas dessa natureza são dissimuladas, encobertas, disfarçadas, fingidas e, em geral, não revelam os sentimentos reais dos seus autores; o que de fato está por trás delas, ainda mais quando o poder público está presente – somas vultosas de recursos são mobilizadas nesse mister. Nunca se falou tanto em despoluição como agora. Virou moda ultimamente como se esta fosse a única saída para a salvação do planeta. Então pergunto: Por que poluir? Esta pergunta é pertinente, é oportuna, vem a propósito, na medida em que, repito novamente para quem não prestou atenção, a ação de despoluir está intimamente ligada – isto na cabeça das autoridades e da população – ao ato de “tirar o que está poluindo e não de fazer cessar a poluição”. A preservação do meio ambiente ainda não se tornou cultura de massa.

Por isso, campanhas sérias são todas aquelas voltadas para a cessação da poluição e, esta, como sabemos, tem no lixo real, virtual e natural a sua origem. A Baía da Guanabara e a Lagoa Rodrigo de Freitas são exemplos cabais do que acabo de afirmar. Como vimos, não nos resta alternativa a não ser a de qualificar as campanhas de despoluição como hipócritas. Desenvolvimento requer conservação e uso correto dos recursos disponíveis.

Hipócritas também são determinados fiscais da Saúde Pública que recebem propinas e subornos dos feirantes que manipulam alimentos de origem animal – vivo ou morto – de maneira inescrupulosa em vias públicas, como peixes, carne bovina, galinhas e frangos, porcos (para estes, os suínos, até inventaram uma espécie de mordaça, um tipo de focinheira, para que a agonia da sua morte não interrompa o silêncio do quarteirão no momento em que são esquartejados ainda com um sopro de vida). A quem estabelecer a culpa? Talvez a nós próprios, que aprovamos e aceitamos a “convivência harmoniosa” com tudo de errado, disfarçadamente, por conveniência, ou, quem sabe, por burrice. Lixo gerando lixo, numa ciranda sem fim. Esta mesma “convivência harmoniosa” com tudo de errado nos impede de enxergar o grande vaso sanitário que se transformaram as areias das nossas praias e os centros das grandes cidades; impede-nos de enxergar os imundos, os imorais, os obscenos, que tiram o pênis pra fora, sem restrições de exibição, e mijam no interior dos túneis, nos postes, nos muros, enfim, em qualquer lugar. Isto é poluição; isto é lixo. Tem gente que ainda gosta de ver os pênis balançando, já que o mijo é translúcido.

Manhã de uma sexta-feira qualquer, Rua Aragão Gesteira, bairro de Cordovil, zona norte da cidade do Rio de Janeiro. Neste logradouro, a população canina se destaca; chega a ser maior do que a de pessoas. Senhora de classe média – da linha do Equador pra baixo – é vista passeando com o seu cachorro Poodle mestiço (as patas traseiras do animal eram menores do que as da frente, denunciando um cruzamento com hiena). Até aí, nada de errado; dane-se a hiena. A Rua Aragão Gesteira foi eleita a rua do bairro com a maior densidade de cocô de cachorro por metro quadrado. Poodle não é diferente dos outros cães, muito embora seu status o seja. Poodle caga em qualquer lugar – só que não volta para cheirar o odor do seu excremento e tampouco esfrega as duas patas traseiras no chão como se estivesse varrendo. Quem esfregou as patas no chão foi a madame, que ao pisar num monte de merda, constatou que a ração de terceira não fez bem aos intestinos do seu Poodle mestiço. Torceu o nariz e seguiu em frente, deixando pra trás os outros dois, de três, montes de cocô, à disposição de quem, como ela – e não o Poodle – quisesse pisá-los, desavisadamente ou não. Distraídos, também são os outros moradores da rua, do bairro, da cidade, do Estado, do país, do continente e do mundo, que “pisam” em merda todos os dias e não se dão conta disso. A humanidade está caminhando na direção de outra “convivência harmoniosa”, ou seja, o convívio com o futuro lixo atômico, a ser produzido, de uma só vez, pelas superpotências mundiais que não arredam pé dos seus pontos de vista imperialistas, da sua intolerância exacerbada, não obstante, com capacidade suficiente para quebrar e desrespeitar tratados, acordos e pactos internacionais, todos dantes a favor da preservação da biodiversidade, do meio ambiente, da qualidade de vida, da própria salvação da espécie humana. Sinto, não indignação, mas, vergonha.

Vivemos e nos comportamos como se fossemos eternos – talvez esta seja a principal barreira a transpor –, e esta presunção, até hoje, em nada nos ajudou a revelar, com exatidão, a verdadeira biogênese. A luta para mudar os rumos da história, a ser empreendida pelas novas gerações, será, com muita certeza, transcendental. Os responsáveis pela passagem do bastão, precisam saber disso. Ainda aparecerão outras ONGs (Organizações Não Governamentais) pedindo dinheiro à humanidade pra cuidar do planeta, do seu meio ambiente, como se esta fosse a única alternativa. O destino do dinheiro, com certeza não virará lixo.

O lixo será varrido. Ao longo dos séculos, dos milênios, a humanidade vem poluindo o ar que respira, vem sujando a água que bebe, vem assolando, arrasando, devastando, destruindo a terra que pisa e da qual extrai o seu alimento principal. Existe um ponto de saturação e não sabemos qual é. Os países componentes do primeiro mundo – não se preocupem, o segundo e o terceiro mundos serão reconstruídos, de fato, após a ruptura do planeta Terra decorrente da inevitável terceira guerra mundial, fomentada pelo primeiro –, movidos por interesses político-econômicos, precisam falar menos em políticas ambientais e devem partir para a busca de soluções práticas e consensuais para a salvaguarda da nossa morada no cosmos, antes que seja tarde. A nave Terra segue a sua trajetória rumo ao desconhecido. Repeti este parágrafo, que foi escrito acima, propositadamente, para que as pessoas se toquem, saiam da inércia e lutem a favor da preservação do seu habitat. Caraca! Isso é tarefa difícil?

A Revolução Industrial, que estabeleceu uma nova ordem de produção e consumo, arrastou consigo violenta carga de problemas ambientais. Máquinas, em cadência frenética, produzindo bens de consumo – máquinas, em ritmo acelerado, produzindo embalagens para o transporte desses bens. Chaminés, expelindo fumaça diuturnamente, não interrompem a emissão de gases e esgotos não param de expelir poluentes. A febre do consumismo, estimulada pela descoberta de novos valores e necessidades da sociedade do capital, fez com que a produção em série dos bens primários abrisse espaço para a produção de novos produtos, subprodutos e seus derivados. Grandes projetos industriais decorarão a paisagem, enquanto as chagas ambientais, e, sobretudo, sociais, demorarão em sarar – a comunidade tecnológica e cientifica é sabedora disso. O importante era atender com velocidade (e ainda o é) as exigências dos mercados, pressionados pelas tendências dos consumidores, manipulados pela propaganda do status. Os bens de consumo, os produtos alimentícios, têxteis, agrícolas, enfim, tudo o que sai pelos portões das fábricas, gera lixo numa intensidade tremendamente superior à capacidade do planeta em absorvê-lo. O fato se agrava na medida em que esse mesmo lixo é tratado inconvenientemente por aqueles que direta ou indiretamente o produzem. A integridade dos ecossistemas está literalmente ameaçada – a biodiversidade, de joelhos, se rende ao lucro e à ganância da humanidade.

A renovação dos recursos naturais e a atmosfera do planeta correm riscos incalculáveis, caso providências saneadoras não sejam tomadas com urgência, independente de qual ou quais países, independente de qual ou quais políticos parta a iniciativa em implementá-las.  Na contabilidade anual do planeta, os ativos naturais não cobrem o passivo ambiental – difícil de ser recomposto. A natureza fecha o Lucro & Perdas, aguardando o que a chamada “agenda positiva” dos países desenvolvidos reservou para ela. No mundo todo, gente de toda a nacionalidade, raça e de todo o nível sociocultural, reveza-se, interminavelmente, na tarefa de agredir a natureza, que se mantém, o tempo todo, indefesa, desarmada. Estas ações de ferimento, provocação, insulto, ofensa, ultraje, agravo, perpetuam-se num compasso extraordinariamente rápido e fazem parte do cardápio da vida diária. O Rio de Janeiro pede socorro, o Brasil pede socorro, os continentes pedem socorro, o mundo pede socorro, mas, todos não param de quebrar as regras de preservação – o lixo produzido é um mero instrumento; nada mais. Valeu a ênfase? Depois não vão dizer que não os alertei novamente!

A poluição atmosférica interfere nas condições do clima e este, por sua vez, se encarrega de interferir negativamente no meio ambiente com todas as suas forças. Este complexo conjunto de fenômenos meteorológicos, caracterizado pelas temperaturas, pressões, ventos, chuvas, etc, tem provocado profundas transformações no meio em que se vive. A ação humana afeta diretamente 2/3 dos ecossistemas mundiais. Todos os seres vivos, sem exceção, sofrerão diretamente as consequências. Não há pra onde correr. O destino já está traçado, entretanto, a escolha dos caminhos a seguir ainda é prerrogativa exclusiva dos homens, alguns dos quais tentam encontrar alternativas, todavia, sentem-se frustrados porque, no íntimo, sabem que o planeta Terra é tão descartável quanto eles. Talvez chegue o dia em que o nosso criador maior resolva varrer da face da Terra, definitivamente, o principal lixo que a está destruindo: “O lixo humano”.

Não restará mais nada; só matéria em profunda decomposição!

Somos os dinossauros da vez… O fim já começou!

Augusto Avlis

A nave espacial Terra segue a sua viagem no universo rumo ao desconhecido!

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Sobre augustoavlis

Augusto Avlis nasceu no Rio de Janeiro na metade do século XX. Essa capital foi antes o Distrito Federal e o Estado da Guanabara. Profissionalizou-se em Marketing Operacional e fez parte, como Executivo, de multinacionais do segmento alimentício por mais de três décadas, além de Consultor de empresas. Formado em Comunicação Social, habilitou-se em Jornalismo. Ocupou cargo público como Secretário de Comunicação. Hoje dedica-se às atividades de escritor e cronista.

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