Supremo manicômio – Vigésima quarta parte
ELEIÇÕES 2026, censura declarada. Dependendo do resultado das urnas, o Brasil corre um tremendo risco de acordar na segunda-feira, 5 de outubro, com uma convulsão social sem precedentes. Por óbvio, essa grave desordem na sociedade será estimulada pela sigla perdedora (tudo indica que será o PT), que possui expertise para insuflar as massas, tanto nas cidades quanto no campo.
Não estamos falando, de modo algum, em extremismo, em ruptura da ordem política ou institucional. Nas últimas 48 horas temos visto algumas movimentações que nos fazem pensar exatamente em alguma reação violenta em caso da vitória de Flávio Bolsonaro já no 1º Turno. O PT do Lula e a facção do Gilmar Mendes (incluindo a ABIN e a ala da PF que trabalha para ambos) estão construindo uma narrativa jurídica para cancelar o resultado das Eleições. Estão se apegando a um motivo bastante criativo: a interferência dos Estados Unidos no pleito a favor da Direita.
São muitos os sinais, mas este me parece ser o mais claro. Outra prova com peso de “golpe” foi o cancelamento do último debate entre os principais candidatos a presidente da República que aconteceria na data de ontem na Rede GLOBO. Veja matéria abaixo. Fonte G1.
Globo cancela debate com candidatos à Presidência da República. Anúncio foi feito após ministra Estela Aranha, do TSE, proibir púlpito vazio com nome de Lula e Gilmar Mendes, do STF, determinar a inclusão de Renan Santos no debate. Por Redação g1. 01/10/2026, 20h39. Atualizado há 18 horas.
A Globo recebeu há pouco, na noite desta quinta-feira (1º), duas notificações relacionadas à realização do debate presidencial programado para esta noite, que interferem nas regras previamente acordadas, e decidiu por seu cancelamento.
A primeira é assinada pela ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e atende a um pedido da coligação da candidatura de Lula, do PT, à Presidência da República. A decisão torna inválido o item das regras do debate que trata de candidatos ausentes.
A ata com as regras, assinada por todos os partidos, inclusive o PT, determina que, em caso de ausência do candidato, o púlpito reservado a ele seja mantido vazio no cenário com uma placa que o identifique. E que, numa das rodadas de tema livre, os candidatos presentes que assim desejarem formulem, em trinta segundos, a pergunta que fariam ao candidato que não compareceu.
A decisão da ministra Estela Aranha proíbe o púlpito com o nome de Lula e a formulação das perguntas que seriam feitas a ele.
A segunda notificação recebida pela Globo nesta noite é de uma decisão proferida pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e atende a um pedido feito pelo partido Solidariedade a respeito da participação no debate de Renan Santos, do Missão.
As regras que estabelecem que candidatos devem ser obrigatoriamente convidados para debates em rádio e TV são determinadas por lei e reguladas por portaria do Tribunal Superior Eleitoral: devem ser convidados obrigatoriamente os candidatos de partidos com representação de pelo menos cinco parlamentares no Congresso Nacional.
Em atendimento a essa regra, a Globo convidou para o debate os candidatos Augusto Cury (Avante), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Lula (PT).
Uma outra decisão, da última terça-feira (29), do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, alterou entendimento do próprio TSE sobre contagem de parlamentares no Congresso para fins de debate e decidiu que Romeu Zema, do Novo, teria direito de participar do debate.
A decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo, determinou a participação do candidato Renan Santos, mesmo o Missão, partido dele, tendo apenas um parlamentar no Congresso Nacional.
A Globo tem longa tradição na organização de debates eleitorais. Nosso propósito é promover a discussão de ideias para o Brasil e oferecer aos eleitores a oportunidade de comparar projetos.
Nosso dever é o de promover a democracia, mas as sucessivas decisões judiciais tomadas momentos antes da realização do debate causam insegurança jurídica e representam uma interferência indevida na liberdade que os veículos de imprensa têm de organizar os debates eleitorais. Por essa razão, a Globo decidiu cancelar o debate desta noite.
A Globo agradece aos demais candidatos e faz esses esclarecimentos em respeito aos eleitores e ao público que esperavam ter a oportunidade de ouvir propostas para o futuro do país.
Minha opinião.
O posicionamento da Rede GLOBO foi razoável, marcou posição dentro da sua linha editorial. Entendo os motivos pelos quais não quis bater de frente com o Sistema. Ontem estavam de mãos dadas em defesa da “Democracia”, combatendo ferozmente a grande ameaça bolsonarista. O que faltou na NOTA da emissora foi justamente conceituar o episódio: CENSURA. Pau que bate em Chico, bate em Francisco! Os acionistas da GLOBO precisam entender que ninguém está a salvo. O Rei preferirá dar algumas pedras preciosas da coroa a perdê-la, sem chance de recuperação. Desde 2019, os “bolsonaristas” foram torturados psicologicamente pelo STF, pelo menos por boa parte da Corte. O que fez a GLOBO? Nada. Além de ter dado as costas e apontar alguns dedos, endossou as práticas criminosas contra vítimas indefesas. A imprensa, de um modo geral, aplaudiu de pé. Quando a pólvora explode na nossa mão aí temos a consciência do valor dos dedos.
Continua na Vigésima quinta parte.
Augusto Avlis
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