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Política

Supremo manicômio – Décima nona parte

Supremo manicômio – Décima nona parte

IBGE quer incluir mercado de drogas ilícitas no PIB; entenda por que e como será o cálculo.

Instituto estuda metodologia que considera número de usuários, consumo médio e preços para estimar o tamanho desse mercado. Primeiros resultados estão previstos para 2028; outros países já adotam cálculo semelhante. Por Isabela Ortiz, g1 — São Paulo 24/09/2026, 05h00. Atualizado há um dia.

“O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) prepara a inclusão de uma estimativa sobre a comercialização de drogas ilícitas no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) do país. A mudança está sendo desenvolvida como parte da revisão periódica do Sistema de Contas Nacionais (SCN), e os primeiros resultados da nova metodologia estão previstos para ser divulgados em 2028. A mudança não significa que o IBGE passará a considerar o tráfico de drogas uma atividade legal ou que passará a medir crimes em geral. O objetivo é estimar uma atividade econômica que efetivamente movimenta dinheiro e, dessa forma, evitar que parte da produção, da renda e dos gastos realizados no país fique fora das estatísticas econômicas”. […] Sublinho. In verbis.

“Estimar uma atividade econômica que efetivamente movimenta dinheiro”. Puta que os pariu! É só perguntar ao PCC e ao CV, e às demais organizações envolvidas com o tráfico de entorpecentes.

Quem tinha dúvida se o Brasil é um NARCOESTADO agora não tem mais. Eu, particularmente já sabia. A partir do momento que os presidiários comemoraram efusivamente a “vitória” do Lula em 2022, isso ficou mais claro ainda. As comunidades fizeram festa durante 15 dias, inspiradas na algazarra que os estúdios da GLOBO orquestraram.

O Brasil, por enquanto do Lula, é o único país do Continente que não aderiu ao programa “Escudo das Américas”. Lula não perde a oportunidade de dizer em bom tom: “Nossos bandidos”, “Nossas facções”, “O Brasil é soberano”, “O PCC e o CV não são terroristas”, “Os traficantes são vítimas dos usuários”. E por aí vai. Lula defende esses criminosos porque depende deles em vários sentidos, sobretudo em termos de financiamentos de campanhas eleitorais. Isto já ficou provado. Tem coisa mais arrepiante para vir à tona. Aguardem.

Leia-se matéria de imprensa:

“O Escudo das Américas é uma iniciativa multinacional de cooperação militar anunciada por Donald Trump durante uma cúpula com líderes de países de todo o Hemisfério Ocidental com o objetivo de combater o tráfico de drogas na região. Sublinho.

Sim, 14 países da América Latina e do Caribe integram a declaração conjunta do bloco Escudo das Américas ao lado dos Estados Unidos, totalizando 15 nações na iniciativa. 

O grupo assinou em setembro de 2026 um acordo liderado por Washington para classificar facções como o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o Comando Vermelho (CV), além de outros grupos, como organizações narcoterroristas. 

Países integrantes do bloco. Além dos Estados Unidos, os 14 países signatários da América Latina e Caribe são: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Equador, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Trinidad e Tobago”. In verbis.

Flávio Bolsonaro afirmou que, se eleito for, colocará o Brasil no bloco.

Lula bate o pé e se nega a fazer isso, porque considera o tráfico de drogas uma atividade legal. O México também não faz parte do Escudo das Américas. O governo mexicano, liderado por Claudia Sheinbaum, tem orientação de “esquerda” e não se alinha à coalizão conservadora liderada pelos Estados Unidosda América. Ela tem alegado constantemente “divergência política”. Ela e Lula fazem uma boa dupla. Quem sabe firmaram sociedade nos negócios ilegais.

Continua na Vigésima parte.

Augusto Avlis

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Sobre augustoavlis

Augusto Avlis nasceu no Rio de Janeiro na metade do século XX. Essa capital foi antes o Distrito Federal e o Estado da Guanabara. Profissionalizou-se em Marketing Operacional e fez parte, como Executivo, de multinacionais do segmento alimentício por mais de três décadas, além de Consultor de empresas. Formado em Comunicação Social, habilitou-se em Jornalismo. Ocupou cargo público como Secretário de Comunicação. Hoje dedica-se às atividades de escritor e cronista.

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