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Política

Supremo manicômio – Sétima parte

Supremo manicômio – Sétima parte

Vivemos a era da informação, um período com nova ordem de coisas, vivemos na era digital. Os internautas se utilizam da Internet para tomar conhecimento das notícias, para se informar e, sobretudo, para interagir com outras pessoas. Trocar ideias ainda não é crime. Esse comportamento habitual não tem mais volta, é o futuro presente, adaptar-se a ele torna-se regra obrigatória, uma questão de sobrevivência dos grupos sociais.

Com esta introdução, amigos leitores, permitam-me afirmar que nós, jornalistas, de vez em quando, somos obrigados a sintetizar determinadas notícias, uma vez que a sua divulgação já se deu nas redes sociais (plataformas focadas em mensagens, vídeos, fotos e conexões profissionais, como jornalismo) utilizadas pelos diversos canais de comunicação que estejam compromissados com os fatos. Destaco principalmente os veículos independentes, como a Revista OESTE, e Rádio Auri Verde Brasil, como exemplos. E alguns outros canais que têm feito excelente trabalho.

Comentar sobre os casos do Banco Master e do INSS corro o risco de ser repetitivo. Impressionantre como as notícias correm na velocidade da luz. Acompanhar esses passos frenéticos requer esforço fulltime. Por isso, procuro abordar detalhes não revelados e opinar em caráter particular, com a acidez que me é peculiar. Por falar em caráter, é uma coisa que os envolvidos nesses dois monumentais escândalos não têm. Não adianta procurar que vocês não vão encontrar qualquer conjunto que seja de traços morais, éticos e psicológicos, que define a maneira como tais indivíduos agem, reagem e tomam decisões na vida pessoal e profissional.

A corrupção também pode ser um claro sintoma identificado numa pessoa sem caráter, ainda que “a corrupção não se resume a uma falha moral individual: ela envolve incentivos sistêmicos, sociais e institucionais.”. Brasília está passando pelos seus piores momentos, em especial a República. Fazer o quê? Alguém há de perguntar: Onde estão os “Poderes moderadores?”.

Consulta no sítio do próprio Supremo Tribunal Federal:

Por unanimidade, ministros do STF rejeitam tese de poder moderador das Forças Armadas. Plenário reforçou que as Forças Armadas não podem intervir nos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. 08/04/2024 15h05. Por unanimidade, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) afastou qualquer interpretação de que as Forças Armadas exerçam o poder moderador entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. O entendimento foi fixado no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6457, ajuizada pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT). A decisão foi tomada na sessão virtual finalizada em 8/4. No julgamento, o STF assentou, ainda, que a chefia das Forças Armadas tem poder limitado, não sendo possível qualquer interpretação que permita sua utilização para indevidas intromissões no funcionamento independente dos poderes da República. O Plenário considerou que a prerrogativa do presidente da República de autorizar o emprego das Forças Armadas, por iniciativa própria ou a pedido dos presidentes do STF, do Senado ou da Câmara dos Deputados, não pode ser exercida contra os próprios poderes entre si.”. In verbis. Sublinhamento agregado.

Não me cabe opinar em caráter particular, com a acidez que me é peculiar. Deixo esta tarefa para os meus queridos leitores.

08/04/2024, esta data lhe diz alguma coisa? Segundo ano do governo Lula, no seu terceiro mandato! Deixa pra lá, é apenas um simples detalhe, que passou na velocidade da luz e nenhum jornalista abordou o assunto. Um detalhe não revelado.

Nota de rodapé: O Brasil produz mais de 2 milhões de toneladas de melancia por ano. A fruta aparece o ano todo nos mercados, mas o pico da safra acontece no verão (dezembro a fevereiro). O Ciclo da Planta: Até a colheita, de 60 a 65 dias após o plantio; Ciclo total, de 75 a 120 dias, dependendo da semente e do clima; Produtividade, média de 35 a 45 toneladas por hectare. O que essa história de melancia tem a ver com…

“Meia volta volver!”. Indica uma virada de 180 graus na direção oposta.

Continua na Oitava parte.

Augusto Avlis

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Sobre augustoavlis

Augusto Avlis nasceu no Rio de Janeiro na metade do século XX. Essa capital foi antes o Distrito Federal e o Estado da Guanabara. Profissionalizou-se em Marketing Operacional e fez parte, como Executivo, de multinacionais do segmento alimentício por mais de três décadas, além de Consultor de empresas. Formado em Comunicação Social, habilitou-se em Jornalismo. Ocupou cargo público como Secretário de Comunicação. Hoje dedica-se às atividades de escritor e cronista.

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