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Política

STF. Últimas palavras – 2ª parte.

STF. Últimas palavras – 2ª parte.

Serão as últimas palavras que eu escrevo sobre o STF (Supremo Tribunal Federal) e seus “iluministros” – por enquanto 10. Notícias extraordinárias surgem aleatoriamente – algumas não tão extraordinárias assim. Após conhecimento, publiquei a maioria, arquivei informações para uso futuro, sendo que determinadas precisam ser ratificadas, ainda que pareçam repetitivas. Estou fazendo isso agora. Ontem eu cheguei a pensar que estava sendo censurado. Vejam o que eu postei logo cedo no meu BLOG: Polícia e Segurança Pública – Censura prévia! – Publicado por augustoavlis ⋅ 11/11/2021 ⋅ Deixe um comentárioArquivado Em  Censura prévia, Cerceamento à liberdade de expressão – Censura prévia! – Tentei publicar agora o meu Post de número 1066, de título “STF. Últimas palavras – 1ª parte” e não consegui. O Blog exigiu agendamento!!! – Augusto Avlis. É ou não é pra ficar apreensivo?  

Acredito ter havido um probleminha técnico e tudo não passou de um susto. Enormes sustos nós estamos tendo todo dia, a toda hora. Os arroubos autoritários do Poder Judiciário revelam duas coisas: primeira, desfaçatez, um cinismo apurado; segunda coisa, compromisso com uma democracia falseada. O STF, portanto, não consegue convencer ninguém. O convencimento se faz com honestidade. As últimas palavras sobre o STF e seus “iluministros” eu as escreverei em forma de tópicos (não saberia dizer quantos). Dou prosseguimento a esta agradável tarefa, conforme abaixo.

4º. Quando as Leis não são cumpridas, maiores são as demandas. O que vem do atual Supremo não poderia ser a “última palavra” – como não deveria ser. Diz a antiga máxima que “Decisão judicial não se discute, cumpre-se”. Por seu turno, a literatura do Direito esclarece: “São deveres das partes, o cumprimento com exatidão das decisões jurisdicionais (de natureza provisória ou final) e a não criação de embaraços a sua efetivação”. Essa mesma literatura do Direito alerta: “Quando as decisões não são acompanhadas de robusta fundamentação, é notória a arbitragem de quem profere a decisão. Essa arbitragem é definida pelo autoritarismo do Poder Judiciário por meio dos seus representantes nas decisões”. Cônscios das suas posições autoritárias, os ministros que compõem as duas Turmas do STF proferem DECISÕES contraditórias, quer monocraticamente, quer no colegiado. Quando o tema é levado ao Plenário essa tendência se reforça. A nossa realidade pede novo modelo de Judiciário. Uma nação de Leis, não de homens que as desrespeitam.

5º. O atual Supremo está engajado com os mal feitos e malefícios provocados por sistemas paralelos. Alianças entre a Suprema Corte e os bandidos, engravatados ou não, intensificam as caminhadas por estradas tortuosas e pouco sinalizadas. O pacto entre o STF, PT, Lula e sua turma, teve por finalidade a salvaguarda de projetos espúrios. Tanto isso é verdade que o STF anulou as condenações da Lava Jato contra Lula, o ladravaz, deixando o seu caminho livre, reto e sinalizado para a sua candidatura nas Eleições de 2022. O placar foi de 08 a 03. Sete “iluministros” acompanharam o voto de Luiz Edson Fachin, que DECIDIU que as Ações de Lula NÃO deveriam ter sido julgadas por Sérgio Moro em Curitiba. O STF se posiciona oposto à verdade, à lisura e à Justiça. Como corrigir este desvio? Por baixo das togas há uma escuridão impenetrável. As vias institucionais estão interrompidas – dificulta-se o acesso. Fica evidente que a proposta de combate à corrupção é desfeita pela “força do dinheiro” fruto da própria corrupção. Estamos vendo o STF encabeçando este movimento.

6º. Olho na direção do Supremo Tribunal Federal e percebo raposas dentro de um galinheiro vazio. Alvoroçados ministros politiqueiros planejando atrair galinhas de boa raça para o seu interior. A publicidade de que tanto precisam fica por conta do Consórcio formado por veículos de imprensa, outrora tradicional, pra não dizer “velha” – já dizendo. Este Consórcio tem por modalidade a “venda de informações” baseadas exclusivamente nas opiniões do seu grupo formador. São empresas jurídicas, as chamadas “indústrias culturais”, que não precisam de autorização para impor as suas ideologias, os seus dogmas, muito menos são fiscalizadas por qualquer agência de checagem. A velha mídia, imprensa militante, fazendo coro com o STF, só faz divulgar notícias ruins. Agora travestidos de Consórcio, estes veículos se especializaram em tocar piano com uma tecla só e com uma nota só; nas redações vemos subempregados ensandecidos futucando as feridas do governo até fazê-las sangrar – o pior é que são as mesmas lesões de décadas. Desde que se fundou a República, “jogar pedras” no governo sempre foi a profissão mais fácil do mundo, de modo que o currículo apresentado por este Consórcio o habilita a exercê-la. Como o STF é o dono da pedreira pedras não faltarão. Enquanto isso, sorrisos amarelos acompanham a evolução da Ditadura chinesa no Brasil.

Augusto Avlis

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Sobre augustoavlis

Augusto Avlis nasceu no Rio de Janeiro na metade do século XX. Essa capital foi antes o Distrito Federal e o Estado da Guanabara. Profissionalizou-se em Marketing Operacional e fez parte, como Executivo, de multinacionais do segmento alimentício por mais de três décadas, além de Consultor de empresas. Formado em Comunicação Social, habilitou-se em Jornalismo. Ocupou cargo público como Secretário de Comunicação. Hoje dedica-se às atividades de escritor e cronista.

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