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Política

Curta e grossa – 10ª e última parte.

Curta e grossa – 10ª e última parte.

BIG TECHS. Vão dominar você! Ou melhor, o planeta já está subjugado. Fujam, os monstros estão soltos! Não há mais tempo. Curvem-se à realidade. Irremediavelmente o mundo está nas mãos das gigantes empresas de tecnologia, que dominam o mercado global. As plataformas digitais revolucionaram todo o sistema comunicacional, sobretudo a partir da velocidade no “estímulo-resposta” (formas de condicionamento tradicional no qual um estímulo se torna uma resposta irmanada na mente do indivíduo). No conceito rudimentar, o “bateu, levou” não precisa de reflexão, ele é instantâneo.

A maioria das BIG TECHS está localizada no “Vale do Silício”, localizado na parte Sul da Região da Baía de São Francisco, Estado da Califórnia, EUA. Destacam-se as empresas globais de tecnologia, Apple, Facebook e Google. As BIG TECHS começaram como pequenas startups com foco na criação de serviços inovadores e revolucionários e chegaram no patamar que conhecemos. A propósito, tudo relacionado à inovação perpassa pelas BIG TECHS.

Com o advento da Internet, que teve a sua “bolha” entre os anos de 1996 e 2001, o processo de comunicação ao redor do mundo não foi mais o mesmo. O planeta “conectado” de ponta a ponta revelou que nele existia uma população que nunca soube interagir pacificamente, tampouco coexistir. Instintos desnudados deram o tom da beligerância. Agora ninguém precisa mais olhar dentro dos olhos dos outros pra dizer o que pensa e o que tem vontade – a escuridão das redes sociais dá a necessária coragem. A propósito, a Internet foi criada em 1969 nos Estados Unidos com o nome de ARPAnet (Advanced Research Projects Agency Network) e tinha como missão interligar laboratórios de pesquisas, sobretudo militares.

A maior gravidade fica por conta das ações promovidas pelos HACKERS do mal nas sombras dos teclados. Na segunda-feira, 04 de outubro de 2021, as plataformas WhatsApp, Instagram e Facebook ficaram fora do ar desde às 12h:30min (horário de Brasília). A instabilidade também ocorreu com o Telegram. Milhões de usuários pelo mundo relataram que não conseguiram acessar estas plataformas em decorrência da forte instabilidade nos serviços. Segundo a equipe TudoCelular.com O aviso de 5XX Server Error significa, de forma simples, que o problema está sendo ocasionado por uma falha nos servidores do serviço. Na prática, o erro ocorre quando o servidor, ou seja, o computador central, não consegue completar a solicitação do usuário e, por isso, não tem como exibir a informação desejada. Quando isso acontece, o WhatsApp para de enviar as mensagens e o Facebook e Instagram interromperam a exibição de postagens e fotos”. Eu, particularmente, não acredito em “sobrecarga” do sistema, até porque o fato aconteceu outras vezes, e as plataformas teriam tempo suficiente para solucionar esse problema. Só o Facebook, em efeito cascata, teve 1,5 milhão de contas vazadas.

Pessoas do ramo estão questionando: Ora, se essas plataformas (BIG TECHS) que possuem Alta tecnologia (High tech), de ponta (Cutting-edge), não conseguem evitar as instabilidades, então, o que fazer na eventualidade da Rede mundial de computadores sofrer um ataque cibernético global? Sabemos que as variações do “programa malicioso”, responsável pelo ataque cibernético global, estão circulando no mundo, colocando todos os aparelhos na condição de vulnerabilidade. Isto não é Fake News. This is real.

O momento é propício para levantarmos a redoma que cobre as nossas urnas eletrônicas na questão da vulnerabilidade, sem entrar no seu mérito. Sei que o assunto é extremamente delicado e já produziu suficientes celeumas – não estou aqui para acirrar mais ainda conflitos de interesses. Minha praia é outra. Mesmo assim vale a preocupação. Informalmente eu consultei um CEO de uma BIG TECH sobre a problemática. Segundo ele, “Bem, só tem um jeito de torná-las [as urnas] invioláveis, do ponto de vista da confiabilidade [segurança não plena]. A contratação pelo TSE de HACKERS do bem para atuarem no dia das Eleições dentro da sala secreta onde ocorrem as apurações e/ou consolidação nacional dos votos. Organismos internacionais de investigação, como FBI, usam HACKERS em suas operações. A atuação de Edward Joseph Snowden na Rússia é um mistério intrigante”. In verbis. Foi desse modo que traduzi o impecável inglês do CEO.

Como jornalista eu me senti na obrigatoriedade de ouvir a parte mencionada, o HACKER do bem. Ele disse o seguinte: “De fato eu possuo profundos conhecimentos de informática e computação (programação em várias linguagens), caso contrário não seria um Hacker. Foram anos de intensa dedicação (desde criança) para chegar a conhecer, desenvolver e, sobretudo, modificar os aspectos mais internos de dispositivos, programas e redes de computadores (softwares) e também desenvolvo hardwares. Nunca cometi crime algum. Ter capacidade em sistemas de informática no que se refere a sua plena funcionalidade faz a diferença no nosso meio. A ciência da computação está dominando o mundo”.

NOTA: Este HACKER do bem, que pediu para não ser identificado, disse que não está disponível para contratação. “Por favor, não traduza o que falei em inglês. Alerta, é possível que existam outros ‘VandaTheGod’ andando por aí” – Completou.

Augusto Avlis

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Sobre augustoavlis

Augusto Avlis nasceu no Rio de Janeiro na metade do século XX. Essa capital foi antes o Distrito Federal e o Estado da Guanabara. Profissionalizou-se em Marketing Operacional e fez parte, como Executivo, de multinacionais do segmento alimentício por mais de três décadas, além de Consultor de empresas. Formado em Comunicação Social, habilitou-se em Jornalismo. Ocupou cargo público como Secretário de Comunicação. Hoje dedica-se às atividades de escritor e cronista.

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