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Fatos em Foco

COVID-19 – Profecias em ato único.

COVID-19 – Profecias em ato único.

Eis que dos Céus descerá a escuridão. Da semeadura da morte haverá colheita de corpos, que serão lançados nas fornalhas. Espíritos vagarão; os sobreviventes praguejarão. A fé desaparecerá no momento de a salvação ser impossível. Sedentos por água os homens beberão sangue; na dor da fome comerão carniça, e quando esta faltar devorar-se-ão entre si. Quando os Céus se abrirem não restará mais vida sobre a Terra, tampouco pedra sobre pedra, mais nada! Nos tempos da ignorância, Anticristos transformaram o nome de Deus em mercadoria vendável – e enriqueceram nos seus templos de barro. Com novas fisionomias, eis que ressurgirão das cinzas, reafirmando vãs promessas. Por vós, a escolha foi feita. Tardio o grito de súplica. Deus disse: ‘Eu não vos abandonei, vós praguejastes diante do insólito e agora colheis os maus frutos’. Filhos chorarão a morte dos seus pais biológicos, até que sequem totalmente as lágrimas; pais não terão tempo de chorar. Com seus corpos pútrefos, Zumbis invadirão as vossas casas e delas vos expulsarão. Homens de maus instintos, possuídos de espíritos malignos, provocarão guerras por toda parte. O fogo da pólvora será substituído por organismos acelulares, vírus biológicos. Fluídos venenosos carcomerão as vísceras humanas – homem a homem, um a um, cairá formando amontoados de carne sem vida. Uma ameaça sem rosto. A manifestação da Besta está presente entre os humanos. Não há como fugir; todo caminho levará à morte, cuja sombra cobrirá toda a Terra. Surgirão novas pragas, ainda mais letais! Eis que da Ásia Oriental virá uma hecatombe, que não será o sacrifício de cem bois. Catástrofes em proporções gigantescas se avizinham, provocando significativa redução populacional da Terra. Seria este acontecimento uma interferência interplanetária sobre nós, sobre o nosso destino? Sem respostas perguntas ficarão. Os pensamentos são forjados segundo visões particulares, e estas projetam diferentes realidades. Frente ao desconhecido, perplexos ficaremos; a impotência tornará as ações inócuas; a humanidade não saberá a quem pedir ajuda. Os homens ajoelharão e deitarão a cabeça sobre o cepo. Em pó transformar-se-á todo o dinheiro da Terra, porque dele os homens não necessitarão. O ouro perderá o brilho e as pedras preciosas voltarão ao seu estágio primitivo. No início, a compaixão pelo sofrimento doutra pessoa motivará a oferta de alimentos; em seguida, a troca das sobras imposição; por fim, uma batata valerá uma vida humana. O pão desaparecerá das mesas. Ossos alimentarão as chamas por indefinido tempo. Eis que uma grande potência curvar-se-á diante de outra. O poder da economia mundial mudará de mãos; as superpotências trocarão de lado; o desequilíbrio das forças desencadeará guerras entre países, até que todas as nações nos conflitos estejam envolvidas. O que se ganhou se perderá; o que se perdeu jamais será reconquistado. As lavas que emergirão do escaldante Inferno farão a Terra vermelha, os Céus negros e as almas agonizantes. A efemeridade da vida não aplacará o ímpeto da ganância, muito pelo contrário, a ambição recrudescerá. Nações priorizarão os seus tesouros em detrimento de povos fragilizados. As fronteiras entre países fechar-se-ão. O sentimento de comoção prevalecerá entre os mais pobres em momentos de tragédias, enquanto os mais abastados, opulentos, os incentivarão nesta prática. O ‘ser’ e o ‘ter’ entrarão em conflito – haverá um lado perdedor. Cada ser humano terá que conviver com isso. Arrependimentos não receberão perdão. Para conquistar a supremacia mundial uma superpotência ceifará milhões de vidas humanas – impotente, o mundo observará. Eis que o agressor não será admoestado face à intensidade da ameaça; na sua missão não será impedido. Vozes levantar-se-ão; gritos abafados seguir-se-ão; o silêncio prevalecerá. Tudo será uma questão de tempo; resistir inútil. Para misteriosas doenças, tratamentos desconhecidos – o impacto será global; escapar totalmente impossível. Profissionais da Saúde, infectados pela nova guerra biológica, engrossarão as estatísticas de mortos. Dominados de alguma forma, os sobreviventes jamais esquecerão. Pessoas haverá no mundo que não levarão a sério a gravidade da pandemia; outras debocharão explicitamente dessa enfermidade epidêmica amplamente disseminada, achando-se totalmente imunes, certas de que não se deixarão atingir, ainda que o vírus não escolha as suas vítimas ou dê qualquer aviso prévio. Veremos maus exemplos sendo dados por autoridades governamentais em meio a crises políticas plantadas, enquanto, sob seus olhos, aumentam as estatísticas de cadáveres em todo canto do planeta. Eis que governos tentarão idiotizar os povos com finalidades dominantes. Culturas heterogêneas confundirão as mentes das pessoas, enquanto sistemas de naturezas desiguais, e com diferenças de estruturas, trabalharão as informações como espectros perigosos fossem. Lendas urbanas darão o matiz do desespero – evocações obsedantes serão constantes. Por fim, a imbecilidade terá predominância nos comportamentos individuais ou coletivos. A ‘aldeia global’ fechará as portas e os rebanhos humanos prontos para o abate – aos mugidos intermitentes. Cães famintos uivarão à luz do dia anunciando a chegada da Besta – montada num cavalo de fogo. Surgirão pessoas dizendo-se possuídas de espíritos de luz, de entidades escatológicas; outras afirmando a reencarnação de vidas passadas, como as de médicos responsáveis por experiências macabras. Seja como for, a crença em curas milagrosas diminuirá o medo da morte, contudo, a Besta fará o seu trabalho e os cães alimentar-se-ão. O divino não se manifestará! Numa enfermidade epidêmica amplamente disseminada as primeiras mil mortes causam comoção, a depender do intervalo de tempo que acontecem. À medida que o número de vítimas fatais vai aumentando, este sentimento de profundo abalo tem diminuída a sua intensidade. Imperturbáveis, as pessoas encaram as estatísticas como números frios e passam a desconfiar deles. É assim nas grandes guerras; corpos amontoados e milhares de covas abertas os esperando tornam-se cenários normais. Nesses momentos, Deus e o Diabo dão as costas e deixam tudo por conta dos homens, filhos de ambos. Mutantes vagarão pelas ruas vazias; almas em silêncio os acompanharão – das cumeeiras uivos contínuos de dor e tristeza são ouvidos como anunciação. O Purgatório foi instalado no planeta Terra em caráter duradouro, lugar para o pagamento de penitências. Arrependimento ou remorso pelos seus erros cometidos os homens dificilmente terão. O maldito vírus veio pra ficar, chegou para assombrar os homens, portanto, permanecerá entre nós por tempo indefinido. Outras mutações da espécie humana surgirão porque os homens estão merecendo o castigo. O Coronavírus é um estado de purificação ainda em vida. A China tem promovido missões tripuladas de exploração espacial e se concentrado em tarefas realizadas em órbita terrestre baixa (Low Earth Orbit), cujos objetos se encontram abaixo de 2000 km. Será que a única intenção da China é a colocação de satélites no espaço, em órbita baixa ao redor da Terra, com a finalidade de eliminar a exclusão digital, tornando as pessoas mais dependentes da tecnologia e assim monitorá-las? Quais experimentos outros estão sendo realizados na órbita terrestre baixa? O Coronavírus seria uma mutação trazida do espaço? Testes de laboratório realizados sob diferentes gravidades podem estar criando formas de vida e criaturas assustadoras? O planeta está entrando em colapso; outros mundos habitáveis precisam ser encontrados em caráter de urgência, sob a ameaça da extinção da humanidade ocorrer num espaço de tempo cada vez mais curto. Até agora o universo não tem respondido aos terráqueos, poderosos homens de vida limitada, de modo que a descoberta de um novo habitat fica cada vez mais distante. A eliminação de vidas humanas sem importância, agora, em escala geométrica, diminuirá o impacto futuro, aumentando as chances dos mais fortes – a salvação será para poucos, considerando a população global. O Coronavírus está exercendo esse papel com destacada relevância. Nessa seleção forçada a certeza da morte dominará a pouca fé e os falsos profetas cairão de joelhos. A sensação da morte é mais fria porque corrói a alma, queima mais do que gelo sobre a pele. Os sentimentos tendem a se dissipar – todos. Na luta pela vida, agarra-se à esperança, comprova-se a impotência, perde-se a fé, entrega-se ao destino. Não há o que fazer diante da triste e cruel realidade. Escapa-se hoje, procura-se o esconderijo, na certeza da invisibilidade o indivíduo é pego de surpresa. O improvável acontece, a imponderabilidade não dá aviso prévio. Na linha de tiro todos nós estamos trêmulos, sôfregos, em imenso pânico, sem saber em qual das armas está a munição de festim. As rezas emudecem, as mãos se contraem, suspiro final. Deus, onde estás? Eis que corpos esmorecidos cairão sobre os quatro cantos da Terra – para estes humanos o ‘Juízo final’ foi decretado por Deus impressionista. Seria este cenário uma nova e contundente representação da realidade, ou uma pequena amostra do que ainda está por vir? Seja como for, o grande pintor do universo está dando contornos à imagem do destino. ‘Vi um cavalo descorado. O que estava montado nele tinha o nome de Morte, e a Sepultura o seguia de perto. Foi-lhes dada autoridade sobre um quarto da terra, para matar com uma longa espada, com fome, com praga mortífera e com as feras da terra’ – Apocalipse 6:8. O quarto cavaleiro do Apocalipse representa a morte causada por epidemias e por outros motivos. A sua representação já está concluída! As vacinas contra a Covid-19 matarão pessoas ao redor do mundo – reações alérgicas serão comuns. É justificável a correria dos laboratórios para encontrar a vacina adequada e com alto índice de eficácia; a vacina certa só virá com mais tempo de testes e correções de formulação. Toda nova experiência tem o seu preço, ainda que pago com vidas humanas. Até ser dado o grito de ‘eureca’ vai demorar um pouco. Enquanto isso nós teremos duas situações: primeira, o vírus continuará matando sem escolher as vítimas; segundo, as vacinas farão a sua parte matando um pouco menos. A guerra industrial entre os grandes laboratórios já começou; a guerra comercial entre os países só tende a recrudescer. Aqui no Brasil, por conta das indefinições, governos federal, estaduais e municipais batem cabeça sobre a logística de vacinação da população. Deus não foi chamado pelos governantes para ajudar na escolha das pessoas a serem imunizadas, tampouco para estabelecer planos de prioridades – Deus nos ajude! Deus não foi indicado pelos laboratórios para servir de cobaia nos testes vacinais – porque é imortal. Eis que do Inferno brasileiro brotará a confirmação de uma teoria: Quando houver balde, faltará merda para enchê-lo; quando houver merda disponível, faltará balde para recebê-la! O Brasil, com o seu Inferno particular, está experimentando a falta dos dois, do balde e da merda – não necessariamente nesta ordem. O imbróglio causado pela liberação do uso emergencial de duas vacinas contra a Covid-19 colocou a política em segundo plano, prevalecendo a pressão em favor da vida. Na vontade do presidente Jair Bolsonaro sobrariam braços e faltariam vacinas, contrariamente à opinião do governador de São Paulo João Doria. Eis que das profundezas emergirão espectros que se espalharão por todas as partes do planeta. Cortejos fúnebres encherão as ruas das frias cidades. Sepulturas abertas receberão corpos sem vida sob o clima de abandono forçado. Parentes chorarão os seus mortos – que os aguardam em próxima ocasião. Vítimas do acaso; almas perdidas; experimentos macabros. O fogo queimará por longo tempo; fugir não há como. O vírus sobreviverá por gerações. Suplícios, gritos se ouvirão por todos os cantos, a falta de ar agonia, a morte salvação. Eis que para as profundezas retornarão os maus espíritos num futuro sem previsão. Almas sem luz invadirão as cidades cinzentas ao som de trombetas. Barulhos de ferraduras sem cavalos se ouvirão por toda parte. Açoites seguidos de gemidos tornarão longas as frias noites. Aquele que implorar pela morte terá o pedido atendido. Os que tentarem inútil fuga cairão de joelhos com a cabeça no cepo para decapitação.

Augusto Avlis

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Sobre augustoavlis

Augusto Avlis nasceu no Rio de Janeiro na metade do século XX. Essa capital foi antes o Distrito Federal e o Estado da Guanabara. Profissionalizou-se em Marketing Operacional e fez parte, como Executivo, de multinacionais do segmento alimentício por mais de três décadas, além de Consultor de empresas. Formado em Comunicação Social, habilitou-se em Jornalismo. Ocupou cargo público como Secretário de Comunicação. Hoje dedica-se às atividades de escritor e cronista.

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