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Fatos em Foco

COVID-19 – Vigésima primeira parte

COVID-19 – Vigésima primeira parte

“Eis que para as profundezas retornarão os maus espíritos num futuro sem previsão. Almas sem luz invadirão as cidades cinzentas ao som de trombetas. Barulhos de ferraduras sem cavalos se ouvirão por toda parte. Açoites seguidos de gemidos tornarão longas as frias noites. Aquele que implorar pela morte terá o pedido atendido. Os que tentarem inútil fuga cairão de joelhos com a cabeça no cepo para decapitação”.      

Augusto Avlis

O “Poder” constrói Estados soberanos. No passado, povos eram conquistados tão somente pela força. No mundo moderno países são dominados pelo poder econômico e pela eficácia da diplomacia. Seria esta a política adotada pela China para dominar boa parte do mundo? Bem provável que a República Popular da China (RPC) – República Popular Socialista Unipartidária – tenha acrescentado outros dois ingredientes de poder em seus planos: o império do medo e o controle populacional do planeta.

Nesse contexto surge o novo Coronavírus. Os comunistas chineses lançaram uma cortina de fumaça sobre o mundo para esconder a verdadeira paternidade do vírus. Seja como for, a pensada estratégia tem surtido algum tipo de efeito na medida em que, hoje, não se tem a plena certeza se realmente a COVID-19 pode receber o rótulo Made in China. Ao contrário, a vacina CoronaVac (Vírus desativado), fabricada pela empresa chinesa Sinovac, com o objetivo de proteger os humanos da COVID-19 por meio de injeção intramuscular, essa sim tem rosto, possui identidade reconhecida e está produzindo lucros fantásticos para o governo chinês. O Marketing da morte se encarrega de fazer o resto.

Com efeito, só falta agora o Marketing da morte descobrir algumas “zonas esquecidas” na atual pandemia e, a partir daí, propor ao governo chinês que invista pesado em novos programas de abordagem operacional. Como organismos acelulares, vírus biológicos e fluídos venenosos se alojam sob as unhas das pessoas, surge a oportunidade dos comunistas obrigarem as pessoas a arrancarem todas as unhas com métodos indolores ou até cortar as pontas dos dedos para o implante de próteses metálicas. Por outro lado, há a real probabilidade do novo Coronavírus encontrar “abrigo” nas joias que essas mesmas pessoas carregam, como alianças, anéis, relógios, pulseiras e outros adereços, sobretudo femininos. Nesse caso, o plano operacional consistirá no confisco de todo esse material pela República Popular da China. Se tudo isso der certo o mundo copiará e pagará Royalties aos amarelos.

Augusto Avlis

Navegue no Blog  opiniaosemfronteiras.com.br e você encontrará 1.006 artigos publicados em 16 Categorias. Boa leitura.

Sobre augustoavlis

Augusto Avlis nasceu no Rio de Janeiro na metade do século XX. Essa capital foi antes o Distrito Federal e o Estado da Guanabara. Profissionalizou-se em Marketing Operacional e fez parte, como Executivo, de multinacionais do segmento alimentício por mais de três décadas, além de Consultor de empresas. Formado em Comunicação Social, habilitou-se em Jornalismo. Ocupou cargo público como Secretário de Comunicação. Hoje dedica-se às atividades de escritor e cronista.

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