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Política

A Democracia de luto

1O Brasil multicultural e etnicamente diverso dormiu neste domingo de primavera, 26 de outubro de 2014, mais pobre democraticamente e acordou na segunda-feira, 27, um país dividido, definitivamente dividido. O muro de Berlim virtual continua de pé, não porque faltou coragem para derrubá-lo, mas porque as circunstâncias, por enquanto inexplicáveis, falaram mais alto. O que deveria ser uma festa democrática com a vitória da decência acabou se transformando na coroação da corrupção com o aval da maioria dos eleitores, isso se o resultado das urnas estiver correto. A priori, a ignorância do povo deu a vitória à incompetência da governante, a mentira venceu a verdade, o medo derrotou a oportunidade da mudança – a sordidez digna de políticos sujos marcou a campanha da adversária que entrará para a história como uma página negra da política brasileira. Assistimos à pior e catastrófica eleição presidencial da Nova República que se iniciou imediatamente após a Ditadura Militar. Metade dos brasileiros está se sentindo sozinha, e, nesse momento, não há dor tão profunda como essa, a dor da solidão sentida por um patriota – parece que a Pátria nos deu as costas. No silêncio, tentamos contar os batimentos cardíacos sem demorar muito para constatar arritmia. Dar uma pausa para reflexão, manter o controle da situação, gritar para os ventos ou pensar em arrumar as malas e sair do país dividido? A Bandeira do Brasil está a meio-pau.

No nosso primeiro julgamento não podemos errar. A sociedade brasileira lutou para o fim do “voto secreto” no Congresso Nacional e a Emenda Constitucional nº 76/2013, de quinta-feira, 28 de novembro de 2013, acabou sendo promulgada pelo Legislativo e o “voto aberto” nas votações em processos de cassação de parlamentares e no exame dos vetos presidenciais ficou valendo. Mas, em pleitos eleitorais o voto mantém-se secreto e, além disso, o eleitor não recebe comprovante depois que vota, obrigando-se também a depositar na urna eletrônica o fator “confiança” nas apurações, tanto regionais, estaduais e por último do TSE. Dizem-nos que as urnas eletrônicas são invioláveis, mas especialistas já provaram o contrário. O TSE faz a apuração final dos votos a portas fechadas. Por que não faz isso com transparência a exemplo dos sorteios da Megasena? Muito embora tal método não impeça fraudes, pelo menos temos a sensação de lisura ou de uma “falsa certeza”. Não conhecemos o processo por dentro, repito, temos que confiar sempre naquilo que é apresentado. Será? Agora, como confiar no governo que desde 2003 está envolvido com corrupção até o pescoço? Você eleitor confiaria nesse governo corrupto? Ficou provado nessas Eleições 2014 que metade dos brasileiros não confia.

Desde que o Tribunal Superior Eleitoral iniciou a implantação do voto eletrônico no país a partir de 1996 com o emprego da urna eletrônica integrada a um sistema informatizado, em que pese o “aprimoramento” dessa tecnologia aplicada, polêmicas têm gerado o desencadeamento de discussões por todos os cantos do país, de modo que significativa parcela de eleitores fica com a pulga atrás da orelha, ou melhor, das duas orelhas com duas pulgas. O próprio TSE admite que os mecanismos disponíveis para evitar sabotagens nas urnas eletrônicas nem sempre impedem que as fraudes aconteçam, portanto, não há garantias expressas. Especialistas em Tecnologia e Segurança da Informação afirmam que o atual sistema eletrônico de votação utilizado no Brasil “não é totalmente confiável” e “não permite auditoria”, negrito e sublinho. A meu sentir, a probabilidade de ocorrer qualquer tipo que seja de fraude no processo eleitoral, pondo em risco a confiabilidade no sistema, já é motivo suficiente para se rever todo o processo e suas metodologias. Parece-me que o TSE não está muito preocupado com isso, tanto que os riscos e as vulnerabilidades do atual modelo de sistema não tiram o sono do presidente, ministro Dias Toffoli. O TSE não fez os testes públicos das urnas eletrônicas antes das Eleições 2014, negrito e sublinho; uma atitude condenável que comprova total falta de transparência, por simplesmente acreditar e confiar nos sistemas de registro, transmissão e contagem de votos – um erro capital que pode causar danos irreversíveis à Democracia com o favorecimento de um candidato em detrimento de outro. Para se ter uma ideia da extensão do problema, o Tribunal Superior Eleitoral realizou testes públicos das urnas eletrônicas, com o objetivo de verificar o seu grau de confiabilidade, nos anos de 1999 e 2012; nesse último ano, especialistas da UnB – Universidade de Brasília descobriram uma “lacuna” no sistema de segurança. Leia-se: “Os votos são armazenados em urna eletrônica e embaralhados de forma aleatória. Durante o teste os pesquisadores conseguiram colocar em ordem os votos registrados na urna. Se os votos podem ser reordenados, é possível identificar quem votou em determinado candidato considerando os horários que os eleitores votaram em determinada seção eleitoral. A lacuna na segurança compromete o sigilo do voto”. Qual a leitura que nos é permitida fazer; nesse caso só há uma, ou seja, o sistema poder perfeitamente ser manipulado. Em seu famoso livro “Segurança.com – Segredos e mentiras sobre a proteção na vida digital”, Bruce Schneier, criptógrafo e especialista em Segurança em TI, disse: “Se você acredita que a tecnologia pode resolver seus problemas de segurança, então você não conhece os problemas e nem a tecnologia”. A técnica de assinatura digital ‘RSA’ que o TSE utiliza, de autoria do criptógrafo americano Ronald Linn Rivest, segundo críticas de especialistas, não é suficiente para garantir, por ela própria, a absoluta integridade do software envolvido em processos e sistemas eleitorais. Concluo que a segurança de sistemas depende muito mais das pessoas que operam do que propriamente das tecnologias pretensamente adotadas. A inviolabilidade passa a prevalecer na cabeça dos políticos de esquerda, no governo de situação.

Quando o Brasil vai se libertar desse maldito jugo? A oportunidade de consertar o país foi desperdiçada no domingo, dia 26 de outubro de 2014, 2º Turno das Eleições. Não estou aqui para comentar sobre a vitória da Dilma Rousseff, porque considero que não houve vitória digna, tampouco discutir os seus 51,6% de votos válidos (54,5 milhões) que lhe deram a reeleição. O que alerto é para o fato da presidente Dilma Rousseff pedir união, prometendo a Reforma Política e combate à corrupção. Em primeiro lugar, a “união” proposta por Dilma é porque o PT foi obrigado a suspender temporariamente a “compra dos parlamentares” no Congresso Nacional devido ao escândalo da Petrobras e também porque tem que conhecer os novos parlamentares eleitos e dentre eles quais seriam receptivos à corrupção. Em segundo lugar, a Reforma Política só pode ser feita por políticos éticos, e enquanto não for promovida a limpeza nas duas casas legislativas, Câmara de Deputados e Senado Federal, com base na longa lista de corruptos apresentada pelo doleiro Alberto Youssef, essa missão é impossível, até porque ela própria, a presidente da metade do Brasil tem que pedir renúncia. Em terceiro lugar, quanto ao combate à corrupção, independente do que ela acha sobre o José Dirceu, se existe de fato uma vontade para isso, Dilma Rousseff precisa romper definitivamente com o PT e eleger um novo pai de aluguel político. Vale lembrar que o Diabo tem mil faces, e Dilma Rousseff, com essa nova cara, certamente encarnou um novo perfil diabólico. Pelos motivos sobejamente conhecidos, a declarada comunista Dilma Rousseff não tem condições morais e éticas para assumir a Presidência da República pela segunda vez, de modo que eu não me considero representado por ela e assinarei a petição que já corre na Internet pedindo o seu Impeachment, patrocinado pelo Avaaz.ORG Petições da Comunidade.

Aécio Neves liderará a oposição no Congresso Nacional, de modo que o PSDB se posicionará mais forte no combate aos desmandos do Executivo e certamente descartará da sua agenda política a proposta governista de união. Aécio Neves conquistou 48,4% dos votos válidos (51 milhões) e esse resultado lhe dá gabarito suficiente para iniciar uma nova luta a favor do Brasil e contra a corrupção sistêmica que se apoderou da República – ontem foi assaltado o Banco do Brasil, hoje é a Petrobras. E amanhã, onde e qual será o novo escândalo de corrupção, na Caixa Econômica Federal, na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, na Empresa Brasil de Comunicação, na Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), na Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), na Eletrobras (Centrais Elétricas Brasileiras S.A.), em Furnas, no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), na Embraer S.A., na Casa da Moeda do Brasil? Em qualquer lugar que haja ingerência do governo federal, direta ou indiretamente, você cidadão brasileiro, pode ficar certo que existe corrupção e uma bandeira do PT fincada. Mas, é isso que metade do Brasil aceita e aprovou.

Metade do Brasil pagará pela irresponsabilidade da outra metade. A governabilidade do país está ameaçada, fato que compromete a estabilidade das Instituições. Com base nas denúncias do doleiro Alberto Youssef, a oposição pede investigação sobre Dilma e Lula, mas, que não fique só no pedir; as acusações de que ambos sabiam do esquema de propinas na estatal Petrobras, como davam instruções operacionais, precisam ser apuradas com rigor, e se houver disposição de fato, a reeleita pode não assumir o segundo mandato presidencial. Prevejo dias muito difíceis pela frente com graves crises institucionais, sem precedentes na história política brasileira. Quando todos os nomes dos políticos envolvidos no escândalo do Petrolão e de seus comparsas chegarem ao conhecimento público; quando os números das contas secretas do PT em paraísos fiscais forem confirmados e os seus depósitos rastreados; quando o imenso arquivo de notas fiscais frias de Alberto Youssef for aberto, então, tudo pode acontecer. E que a Polícia Federal e o Ministério Público Federal não durmam no ponto porque o denunciante Alberto Youssef corre iminente risco de morte. Enquanto isso, o mal está vencendo e se fortalecendo no poder.

Muita gente está falando o que não deve; muita coisa ao mesmo tempo, e, no final, ninguém se entende – como resultado, as pessoas acabam se confundindo e continuam sem saber nada do ponto de vista da realidade. Interpretações dúbias que acabam jogando a sociedade num vazio profundo. Navegaremos daqui pra frente em águas escuras, sem bússola, sem confiar no comandante; pelo menos metade do Brasil não deposita confiança. O comunismo está mais perto de nós, baterá na porta das duas metades do Brasil, entrará sem permissão e sentará no sofá da sala. A omissão, representada pelas abstenções (21%) e pelos votos brancos e nulos (06%), ajudou a reeleger Dilma Rousseff, a ex-terrorista que sofreu tortura 22 dias ininterruptos no DOI-CODI (O general de Exército Enzo Martins Peri negou qualquer tipo de tortura praticada no Destacamento de Operações de Informações / Centro de Operações de Defesa Interna, localizado na Rua Tutóia, bairro Paraíso, na capital paulista, onde a então guerrilheira Dilma Rousseff foi supostamente torturada em 1970, durante o governo do presidente Emílio Garrastazu Médici). Se foi verdade a prática de tortura de Dilama, perdão, Dilma, como ela aguentou 22 dias de tortura e sem apresentar sequelas? Isso é história. Nos tempos presentes pagaremos um preço muito caro pelo que aconteceu nesse último domingo, 26/10/2014, seremos torturados pela inflação, pela falta de crescimento e por novos modelos de corrupção.

O projeto de poder do PT está se materializando e o Partido já fala na volta de Lula em 2018; junto com a reeleição da sua filha política, é o presente que Lula recebeu pelos seus 69 anos, comemorados hoje, 27 de outubro. Lula foi parido em 1945 na cidade de Caetés, Estado de Pernambuco. Lula transformou-se de pau-de-arara em ícone da ignorância assistida, ele se alimenta da miséria cultural do povo de uma metade do Brasil – se ficou bilionário com essa “alimentação” é assunto comprovado. Que Democracia é essa que o PT quer nos impor, a Democracia do medo? Através do voto, ao PT concedemos o direito de continuar praticando tenebrosas transações, demos a ele o direito de dar sequência ao roubo dos cofres públicos. O quê está acontecendo com a gente? Imbecilidade talvez. Só sei que acontecerá uma “operação caça às bruxas”, a começar pelos filiados ao PIG – Partido da Imprensa Golpista. O Marco Regulatório da imprensa está vindo por aí e as empresas de comunicação podem esperar que a “Lei da mordaça” sairá do forno em breve, sonho represado do jornalista Franklin Martins. A falta de legitimidade do Congresso Nacional para legislar, pelos efeitos do Petrolão, é um problema que o governo federal terá para aprovar a “Lei da mordaça”. Enquanto isso, novas ações de terrorismo contra a imprensa poderão acontecer a exemplo do vandalismo praticado contra a sede da Editora Abril, publicadora da revista Veja, na noite da última sexta-feira, 24, em São Paulo. Segundo a Polícia Militar paulista, cerca de 200 pessoas despejaram uma grande quantidade de lixo na frente do prédio e picharam os muros. O motivo foi a publicação do depoimento do doleiro Alberto Youssef sobre o envolvimento direto de Dilma Rousseff e de Lula no escândalo do Petrolão, no esquema de propina na Petrobras.

“Assistimos ontem e hoje a um atentado contra a democracia, contra a liberdade de expressão, o que já é uma marca extremamente preocupante dos nossos adversários. Ao tentar invadir e depredar a fachada de um importante veículo de comunicação, os manifestantes não atingem aquele veículo. Atingem o que temos de mais valioso, que é a liberdade de expressão no Brasil, a liberdade de imprensa. A democracia vive disso, das manifestações. E as contrárias devem ser respeitadas. O alvo foi errado, porque o que VEJA e outros veículos de comunicação fazem é comunicar. Eles são os vasos transmissores das informações e ao tentar proibir a veiculação dessa revista, há uma demonstração clara do Partido dos Trabalhadores de seu descompromisso com a democracia e com a liberdade de expressão. É um atentado que deve receber o repúdio de todos os brasileiros da forma mais veemente possível. E uma boa forma de demonstrar esse repúdio é indo às urnas amanhã para valorizar a democracia e apontar um novo caminho para o Brasil” – disse Aécio Neves. Uma metade do Brasil não quis compreender a grave crise pela qual está passando o Brasil.

O movimento “O Sul é o Meu País”, que completou 20 anos em 2012, pode voltar a ganhar força nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul – e nada que impossibilite São Paulo a aderir à ideia, caso os rumos do Brasil descambem para o comunismo. Há 20 anos o grupo “O Sul é o Meu País” via o Estado Brasileiro como “inimigo”, e agora adota um modelo de “descentralização do poder central imperialista” com o codinome de “Confederação Municipalista”. Os sulistas que defendem a separação do resto do país estão buscando apoio popular para a causa. É um sonho de independência, fundamentado na questão do terrorismo tributário, no descontentamento com a Democracia representativa brasileira e ausência de autonomia legislativa dos atuais Estados brasileiros que, como nós sabemos, têm restrições para criar e promulgar Leis de interesses regionais. O projeto de separação do sul do restante do Brasil, com a fundação de um novo país, é algo que preocupa porque pode tomar corpo no cenário nacional. Analisando um pouco melhor a questão chego à conclusão que houve e ainda há fortes motivos suficientes para isso. Não se trata da ruptura da República, mas sim de lógica de sobrevivência.

O último presidente do regime Militar, João Baptista de Oliveira Figueiredo (de 1979 a 1985), teve o mandato marcado pela continuação da “Abertura Política” que fora iniciada no governo de Ernesto Beckmann Geisel, seu antecessor. João Figueiredo concedeu anistia ampla, geral e irrestrita aos políticos cassados em “Atos Institucionais”. A metade do Brasil de hoje deve muito a ele. O presidente Figueiredo ficou também marcado pela honestidade das palavras contidas nas suas frases históricas. Sobre a Abertura Política: “É para abrir mesmo. Se alguém for contra, eu prendo e arrebento”. Na posse como presidente: “Vou fazer deste país uma democracia”. Sobre a realidade econômica do país: “Sei que o Brasil é um país essencialmente agrícola. Viram, não sou tão ignorante quanto dizem”. Em resposta a um menino que perguntou o que faria se recebesse salário mínimo: “A única solução é dar um tiro na cabeça”. Em resposta aos estudantes que o insultavam durante visita à cidade de Florianópolis, em Santa Catarina: ”Minha mãe não está em pauta”. Sobre os rumores de um golpe contra Tancredo Neves: “O que sei é que no dia da posse vou embora de Brasília levando apenas minhas mulheres”. Diante do espanto, a primeira-dama Dulce Figueiredo esclareceu: “É assim que ele se refere aos cavalos”. Em resposta ao jornalista André Luiz Azevedo, quando perguntado se o Ato Institucional nº 5 (AI-5) faria aniversário: “AI-5? Quem é esse menino?”. Em resposta à jornalista Leila Cordeiro, quando perguntado se seria candidato ao governo do Rio de Janeiro: “Tenho juízo, não sou maluco”. Sobre a militância política da classe artística: “Uma coisa que nunca entendi é porque todo artista, esse tal de Caetano Veloso, por exemplo, tem de ser dessa tal de esquerda”. No final do seu mandato de presidente, em entrevista ao jornalista Alexandre Garcia, então da TV Manchete: ”Eu quero que me esqueçam”. Os militares deixaram coisas boas também, todos morreram relativamente pobres, recebendo soldos de militares reformados – não se tem notícia de que algum deles tenha roubado dinheiro público.

Olhei detidamente para a foto publicada nos jornais da visita de Aécio Neves ao túmulo do seu avô Tancredo Neves, enterrado na cidade histórica de São João Del Rei, no Estado de Minas Gerais. Um reencontro simbólico com o seu antepassado político. A morte de Tancredo Neves não está envolta em mistérios, porém, o seu espírito naquele momento pode ter sinalizado uma “derrota anunciada” para o seu neto Aécio Neves nas Eleições de 2014, e assim evitar que fosse morto em circunstâncias misteriosas antes de subir a rampa do Palácio do Planalto.

Nesse domingo, 26 de outubro de 2014, em meio à noite chuvosa, eu sentei e chorei.

Augusto Avlis

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Sobre augustoavlis

Augusto Avlis nasceu no Rio de Janeiro na metade do século XX. Essa capital foi antes o Distrito Federal e o Estado da Guanabara. Profissionalizou-se em Marketing Operacional e fez parte, como Executivo, de multinacionais do segmento alimentício por mais de três décadas, além de Consultor de empresas. Formado em Comunicação Social, habilitou-se em Jornalismo. Ocupou cargo público como Secretário de Comunicação. Hoje dedica-se às atividades de escritor e cronista.

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