Pergunte aos candidatos presidenciáveis – 1ª pergunta
Às vésperas do primeiro debate na Rede Bandeirantes de TV, acontecido na terça-feira, 26 de agosto de 2014 (22h00min) entre os 07 candidatos a presidente da República (Pastor Everaldo – PSC, Luciana Genro – PSOL, Marina Silva – PSB, Aécio Neves – PSDB, Dilma Rousseff – PT, Levy Fidelix – PRTB e Eduardo Jorge – PV) para a gestão 2015/2018, eu formulei uma série de 20 (vinte) perguntas a serem feitas aos candidatos presidenciáveis, apenas como sugestão, e as encaminhei diretamente à emissora através de e-mail. Abaixo, a título de registro, eu estou reprisando as perguntas e as ratificando neste meu BLOG.
PROPAGANDAS POLÍTICAS. As agências de propaganda, especializadas em Marketing político, recebem milhões de Reais para produzirem as campanhas dos candidatos, informando aos eleitores o que eles já estão cansados de saber, as mentiras de sempre – estratégias de comunicação que criam um clima de catarse coletiva, chegando às raias da imbecilidade. Os ‘Profissionais da Comunicação Subliminar’, os conhecidos “Marqueteiros”, são os responsáveis pela produção dos discursos rocambolescos que são usados pelos candidatos nos palanques eleitorais no decurso da campanha, meras palavras que são colocadas artificialmente em suas bocas. Trata-se de uma reunião de “ideias filosóficas organizadas” com o propósito de influenciar os eleitores na tomada de decisão na hora de votar. De dois em dois anos, a cada período eleitoral, vemos a repetição da mesma linguagem influenciadora no raciocínio e até nos sentimentos das pessoas e, por total falta de raciocínio lógico, elas se deixam levar.
Pergunta: Quando os senhores candidatos deixarão de representar as peças teatrais ao estilo Hollywoodiano, quando arrancarão as máscaras de suas faces e assumirão a personalidade própria, quando, de fato, serão vocês mesmos, sem fanfarronice, assim como os líderes do passado que não contavam com Marqueteiros que hoje vendem até o Diabo como sendo o Santo salvador? A propósito, por que o dinheiro recebido pelos Partidos Políticos e gasto inutilmente com propagandas políticas não é doado a instituições de caridade, aos hospitais que precisam de ajuda financeira, ou, em outra hipótese, devolvido a quem o doou?
Augusto Avlis
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