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Política

Julgamento do Mensalão – Lula, seu desgraçado – 4ª parte

1Chego à conclusão que o Mensalão foi “fichinha” diante de tantos crimes políticos, de muito maior peso, contra as empresas públicas, contra o sistema financeiro nacional, em desfavor dos cidadãos de bem. Crimes políticos intermináveis que ocupam importantes espaços na mídia nacional, que emporcalham a nação. Lula, seu desgraçado megalomaníaco, você está se achando o todo poderoso, ainda com vontade de ser presidente do Brasil novamente para instituir no Congresso Nacional a versão II do Mensalão? Você pode se achar tudo com o apoio dos inseparáveis sequazes. A política brasileira é uma grande pocilga, onde os porcos magros querem entrar e os porcos gordos não querem sair. Lula, seu desgraçado, de qual lado você está, na entrada ou na saída da pocilga? Povo de merda que só sabe reclamar, que só sabe falar mal do governo, que não sabe reivindicar, que não sabe votar. Não deixe o samba morrer, não deixe o samba acabar… Lula, seu desgraçado, eu perguntarei de novo, cadê você, sumiu? Lula, seu desgraçado sarabulhento, por que você deixou a gente saber da sua imensa fortuna, construída Deus sabe como? Era melhor você ter continuado pobre, pau-de-arara, só assim nós ficaríamos compadecidos e pediríamos a Deus uma melhor sorte para você e família. Lula, seu louco desgraçado, você e a sua ganância desmedida mostraram ao povo a sua outra face de ladrão esperto – é o que estão dizendo por aí, fofoqueiros da oposição. Eu estou fora disso. Lula, seu pau-de-bosta, ou será que você foi esperto colocando os outros para roubar em nome do maldito Partido dos Trabalhadores? Roubar talvez seja um termo muito pesado, de modo que “surrupiar” fica melhor nessa terra de tantos verbos que estimulam as ações. Lula, seu desgraçado, você quebrou as minhas mãos, escondeu as canetas e rasgou os papeis – matou a minha vontade de escrever sobre Política, mas, vou tomar coragem, e sem tê-lo mais como fonte inspiradora, juro retomar a dura missão. Lula, seu desgraçado, você é uma vergonha para o Brasil, você não merece o país onde pisa. Essa história de “Ame-o ou deixe-o” é balela. O melhor que você pode fazer é sumir para sempre da nossa frente – não cause mais mal aos brasileiros. Chega. Lula, seu desgraçado, se o povo brasileiro acordar do pesadelo a tempo, ainda há esperança de resgatarmos a nossa dignidade perdida, o nosso patriotismo esquecido e de aproveitarmos a oportunidade para lavar o Brasil de norte a sul, de leste a oeste, nessas eleições de 2014, eliminando boa parte dos vermes políticos, cupins do erário – acabar com todos seria missão impossível. “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas de um povo heróico o brado retumbante, e o sol da liberdade, em raios fúlgidos, brilhou no céu da pátria nesse instante”. Lula, seu desgraçado, este não é verso do Hino Nacional de Cuba, portanto, permaneça sentado.

Augusto Avlis

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Sobre augustoavlis

Augusto Avlis nasceu no Rio de Janeiro na metade do século XX. Essa capital foi antes o Distrito Federal e o Estado da Guanabara. Profissionalizou-se em Marketing Operacional e fez parte, como Executivo, de multinacionais do segmento alimentício por mais de três décadas, além de Consultor de empresas. Formado em Comunicação Social, habilitou-se em Jornalismo. Ocupou cargo público como Secretário de Comunicação. Hoje dedica-se às atividades de escritor e cronista.

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