“Por que tanto pranto escorre-te face abaixo, como que procurando um amigo, para acalentar o teu coração, que alquebrado, hesita ante tão implacável destino?” Foi assim, com esta interrogação, que comecei uma redação – de título idêntico – sobre a estação Primavera, solicitada pelo professor de língua portuguesa, há exatos 36 anos, quando cursava o … Continuar lendo