ELEIÇÕES 2026 – O debate na Globo
Enfim, aconteceu ontem, sexta-feira, 23 de outubro, entre os candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT), em disputa no segundo turno para presidente da República. A propósito, a votação será neste domingo, 25. Antes de passar para os meus comentários, preciso dizer algumas coisas.
Alguns petistas quiseram conversar comigo a respeito das duas performances no debate de ontem. De pronto eu recusei alegando que: “Não converso com petista porque não sou psiquiatra!”. Pra não deixá-los mais desapontados tentei convencê-los de que a era do “Lulopetismo” acabou. Um esforço inútil, porquanto a maldita seita está impregnada na alma dessas pessoas, e em todas as outras que a seguem.
Para quem não se lembra, a TV Globo cancelou o debate presidencial do 1º turno, previsto para a quinta-feira, 01 de outubro. Por que do cancelamento? Foi devido a decisões judiciais do STF, e principalmente do TSE. Ambos os Tribunais pediam mudanças nas regras estabelecidas e quanto à questão da presença de candidatos.
A indicada do Lula para o Tribunal Superior Eleitoral, a ministra Estela Aranha, decidiu, no mesmo dia do debate, que a TV Globo não poderia exibir o púlpito vazio do candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), durante o debate dos candidatos à Presidência da República. Lula optou por não ir ao debate, porque previu que seria atacado por todos os lados pelos seus opositores, por isso, pediu socorro à sua aliada no TSE. Seriam ataques virtuais, mesmo assim Lula não queria ser o alvo. Acabou sendo vidraça nas redes sociais.
Já o ex-governador Romeu Zema (Novo – MG), fora convidado para o debate da TV Globo após uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), proferida pelo seu presidente Nunes Marques. Ele não tinha coeficiente para tal, o Zema. Coisa de maluco!
Por sua vez, o ministro do STF, Gilmar Mendes, determinou que a TV Globo incluísse o candidato Renan Santos (Missão), no debate presidencial daquela quinta-feira 01/10. A decisão de Gilmar atendeu a um pedido do Solidariedade, presidido por Paulinho da Força. Outra maluquice.
Ficou definido, então, que Lula não participaria do debate, enquanto Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Augusto Cury e Romeu Zema confirmaram presença. A Globo acabou com a festa em razão da comprovada insegurança jurídica, claramente manifestada pelo Supremo manicômio e pelo Tribunal de Apelação das Urnas. A Globo soltou uma Nota. Essas interferências em nada contribuem para o processo democrático, muito pelo contrário, provocam ruídos de toda ordem. Na verdade, colocaram em cima da hora participantes totalmente em desacordo com a legislação eleitoral.
Lula tem o controle da máquina governamental, por isso, está cometendo reiteradamente abuso do poder político, sobretudo no segundo turno da Eleição, quando disputa a reeleição para um quarto mandato. O aparelhamento das Instituições (STF e TSE) pelo atual governo tem provocado desequilíbrio na disputa eleitoral, sobretudo para presidente. As recentes decisões tiram a legitimidade dos ministros pela parcialidade. As críticas da oposição são pertinentes. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) assiste a tudo isso de maneira parcimoniosa e não toma providências para coibir tais práticas.
Nunca dantes na história política do Brasil eu vi algo parecido. O canal “Exército do Lula”, comandado pelo deputado federal reeleito André Janones (Rede-MG), por ele criado para disseminar fake news contra a campanha de Flávio Bolsonaro. Nesta última quinta-feira, 22, o próprio Lula se alistou nesse Exército para disparar suas armas de ódio e rancor. Essa estratégia digital pode causar efeitos colaterais, não há coerência ideológica, as mentiras jogadas ao vento não se sustentam. Não se trata duma inovação criminosa na comunicação política, e sim de um desastre anunciado.
Para refrescar a memória, no primeiro turno das Eleições não houve debate direto entre os dois principais candidatos, Flávio Bolsonaro e Lula. O de ontem na TV Globo, foi o primeiro e o último.
Sim, agora vou comentar sobre o debate.
Lula perdeu! Não há o que comentar mais nada. Tudo bem, quer ouvir mais: O nove dedos (como se referiu Flávio) está velho, cansado, ultrapassado, sem coordenação cognitiva, coveiro exumador do passado, rancoroso, mentiroso, asqueroso. Mais informações, por favor, consultem os canais da Globo. Não tenho saco.
Nota: Votos válidos, 60% Flávio x 40% Lula.
Augusto Avlis
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