Supremo manicômio – Vigésima primeira parte
Ontem, segunda-feira, 28 de setembro de 2026, eu pensei em escrever alguma coisa sobre o Dia Internacional do Acesso Universal à Informação, promovido para garantir a transparência e o direito à informação pública. A data foi criada em 17 de novembro de 2015 pela UNESCO e reconhecida formalmente pela Assembleia Geral da ONU em outubro de 2019.
Eu desisti de escrever sobre o tema, porque, em alguns casos, datas comemorativas como esta não servem absolutamente para nada. No Brasil, o direito à informação pública está garantido pela LEI Nº 12.527, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2011. Mas, a informação pública, nesse país das bananas, é prestada “parcialmente”, quando o assunto causará complicações ao governo e exigirá maiores explicações.
Quem deveria zelar pela transparência dos atos públicos, em todas as esferas de representação, simplesmente não o faz. Sabemos que assuntos que dizem respeito à Segurança Nacional devam ser tratados em separado. Agora, o governo decretar sigilo de 100 (cem) anos em quase tudo não é aceitável. Até o Senado Federal entrou nessa onda. Como os cidadãos vão fiscalizar os atos públicos, sobretudo dos políticos eleitos? Fica a pergunta.
O governo Lula nunca teve compromisso com a transparência, e a gente sabe por quais motivos, por isso, tem negado constantemente pedidos de acesso à informação feitos pela imprensa, por políticos e cidadãos, utilizando a “desculpa” da proteção de dados pessoais, o que, na prática, impõe restrições de longo prazo, conforme disse acima, determinações de sigilo de 100 anos, como foram os casos dos registros de agenda e o da lista de visitantes da Janja no Palácio da Alvorada, sabe-se lá quais os assuntos que foram tratados naqueles encontros “casuais” e “furtivos”. Não se tem notícias de compromissos românticos. O governo proibe o acesso.
O mais recente caso é o da sócia e amiga íntima do Lulinha, Roberta Luchsinger, cujos dados de acesso aos Palácios do Planalto e da Alvorada serão exumados daqui a 100 anos. A propósito, a também lobista, Roberta Luchsinger, foi atirada aos leões por Lula, e dá sinais de rompimento com o petista. A “pilantra”, assim considerada por Lula, com certeza baterá com a língua nos dentes. Quando a mulher é desprezada, a sua reação dá medo até no Diabo.
Dia Internacional do Acesso Universal à Informação. No papel tudo fica bonito, na prática é que são elas! O que temos visto é um festival de hipocrisias, deboches e fanfarronices. Na reta final das campanhas eleitorais estamos vendo esquerdistas e comunistas fingindo possuir crenças, virtudes angelicais, ideias ou sentimentos que não têm, exigindo dos outros condutas morais.
Estão zombando nas nossas caras. O tempo deles está acabando.
Continua na Vigésima segunda parte.
Augusto Avlis
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