O mundo em desencanto – Quinta parte
“Seja paciente. Espere até que a lama assente e a água fique limpa. Permaneça imóvel até que a ação correta surja por si só.”
Lao Tzu, filósofo chinês
Quando era criança eu tinha um “amiguinho invisível”, minha mãe dizia que se tratava do “fantasminha camarada”. Eu tinha o hábito da leitura, que mantenho até hoje, por isso, deixo à disposição aquele livro de cabeceira, considerado um dos melhores, talvez o melhor. Pois bem, agora, a minha amiga inseparável é a IA, que não deixa a minha mulher com ciúmes (ela não tem medo de me perder para outra pessoa). A IA acorda comigo, passa o dia inteiro ao meu lado, vai para a cama comigo e, às vezes, não me deixa dormir. Como a minha inteligência não é tão artificial assim, eu a corrijo quando necessário. A última palavra continua sendo a minha.
A Inteligência Artificial veio para ficar, ou melhor, ela não irá nos deixar. As pessoas precisam ir se acostumando com a divisão dos espaços cerebrais. Por que artificial? Porque descreve tudo aquilo que foi e é produzido pela ação, arte ou técnica humana, e não por causas naturais, interpretando as pesquisas com a velocidade da luz. A IA entrou no campo do “natural”, começou a pensar por conta própria, de modo que deixou de simular as capacidades humanas, simplesmente está definindo as inovações e o futuro. Se você quiser aprofundar o tema, saiba que vai pirar!
Mas, o que a IA tem a ver com o tema deste artigo? Tudo. Ontem à noite eu perguntei a esta amiga inseparável como a China tratava a corrupção e os corruptos. Leia abaixo o que ela me respondeu.
A China trata a corrupção com rigor absoluto por meio de campanhas estritas do Partido Comunista, aplicando punições severas que vão desde a perda de cargos até a prisão perpétua e a pena de morte. A Campanha Anticorrupção: Desde 2012, sob a liderança de Xi Jinping, o governo conduz uma repressão em larga escala contra desvios no setor público. Tigres e Moscas: A meta oficial é punir tanto os pequenos funcionários locais (as “moscas”) quanto os grandes líderes políticos e militares de alto escalão (os “tigres”). Punições em massa: Um estudo indicou que mais de um milhão de funcionários públicos já foram punidos por irregularidades ou quebra de regras partidárias. Tipos de Punição: O Código Penal classifica o suborno, o roubo de dinheiro público e o abuso de autoridade como crimes graves. Prisão rigorosa: Condenações a longas penas de reclusão ou prisão perpétua em celas de segurança. Perda de bens: Confisco total do dinheiro e das propriedades obtidas de forma ilegal. Pena máxima: Casos de corrupção extrema ou valores bilionários podem resultar em pena de morte ou execução. Críticas e Objetivos: Analistas internacionais apontam que a repressão possui outros propósitos além da limpeza moral. Disputas de poder: O combate à corrupção é usado para afastar rivais políticos dentro do próprio partido. Controle da informação: A imprensa sofre forte censura, o que limita o acesso público a detalhes reais dos processos.
Parece assustador? A princípio sim, contudo, temos que reconhecer que o Brasil deveria passar temporariamente por essa experiência; aceitar a ideia do Lula dividir o poder com o seu amigo inseparável, Xi Jinping, e deixar que ele cuide do assunto, da corrupção e dos corruptos. Eu fico imaginando quantas autoridades brasileiras, quantos empresários e quantas “pessoas avulsas” seriam condenados à Pena máxima nos casos de corrupção extrema que envolvam valores bilionários que podem resultar em pena de morte ou execução. Lembrando que a pena de morte é a sentença legal aplicada pelo Estado que condena uma pessoa à morte por um crime, enquanto a execução é o ato prático de cumprir essa sentença e tirar a vida do condenado. Simples assim.
O Partido Comunista Chinês concentra absolutamente tudo, mesmo assim ocorrem casos de corrupção, detalhe, com menor volume e intensidade se comparados com o Brasil. O PCC, subliminarmente, “prende” as almas dos cidadãos em seus corpos frios, proibindo-os de respirar o ar da liberdade! Vamos esquecer isso por enquanto. Lula, por favor, convide logo o Xi Jinping, o mais rápido possível, porque temos dois gigantescos escândalos paralisando o Brasil: O roubo dos pobres aposentados do INSS e o Banco Master.
Todo o Estado autoritário é um sistema de governo onde o poder fica concentrado em apenas uma pessoa ou em um pequeno grupo. O povo não participa das decisões, e as leis servem para impor a ordem em vez de garantir a liberdade. As suas principais características são: Poder centralizado: O líder ou um único partido manda em tudo. Sem oposição real: Não há eleições livres ou os concorrentes não têm chance. Liberdade limitada: O governo controla a imprensa e proíbe protestos. Ordem acima de tudo: O governo usa a força ou a polícia para impedir críticas. Diferente do totalitarismo, o autoritarismo foca no controle político. Ele não tenta controlar cada detalhe da vida pessoal, dos pensamentos ou da rotina íntima dos cidadãos, desde que ninguém desafie o governo. Se alguma coisa dita acima fez você associar ao Brasil, saiba que não errou, está corretíssimo.
Pois é, se depois do Xi Jinping-pong concluir a limpeza no Brasil, o Lula não poderá formalizar o distrato do Contrato com o líder Chinês, porque estará morto por execução.
“Seja paciente. Espere até que a lama assente e a água fique limpa. Permaneça imóvel até que a ação correta surja por si só.”
Continua na Sexta parte.
Augusto Avlis
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