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Política

A política é a arte do convencimento. Terceira parte

A política é a arte do convencimento.

Terceira parte

A corrupção, sistêmica e endêmica, corre solta em todos os níveis do governo petista. Qual é o cerne do problema? Cultura secular, contexto sociopolítico, os políticos de ocasião, a qualidade da política que se pratica? Seja qual for o culpado, a verdade é que algo precisa ser feito para que este status quo acabe. A roubalheira made in Brazil é percebida à luz do dia, o pior é que não deixa vermelha a cara dos ladrões. A impunidade é estimulante; as quadrilhas se protegem mutuamente e criam uma redoma de defesa com base nas leis próprias. A situação social, política, econômica e cultural existente no Brasil chegou a um ponto de devastação que o país precisa urgentemente passar por um tratamento de choque para estimular a regeneração moral.  

Qual seria o papel constitucional a ser exercido pela banda boa da política? Numa visão simplista, enquanto o “regime” não cair, seguir a política dos três macaquinhos: cego, surdo e mudo. Importante ressaltar que o Poder Judiciário, que encabeça o sistema pútrido, em estado fétido, promove diuturnamente atos de perseguição (Stalking) com julgamentos extemporâneos. O resultado da guerra se avalia ao final dela, portanto, não podemos ficar de braços cruzados. As eleições se aproximam, excelente oportunidade para mudarmos o Brasil. O compromisso é diário com a ética, com a moral, com os bons costumes e com a honestidade, quando o objeto se trata da Res publica.

Enquanto isso, o rombo fiscal anualizado sobe para R$ 1,09 trilhão em fevereiro. O gasto com juros da dívida bate recorde e vai a R$1,037 trilhão no acumulado de 12 meses. A dívida bruta sobe para 79,2% do PIB em fevereiro, em valores, corresponde a R$ 10,2 trilhões de Reais. As estatais registraram déficit de R$ 568 milhões em fevereiro, pior desde 2015, e o rombo ultrapassa R$ 10 bilhões na soma dos últimos 12 meses. Uma tremenda orgia de irresponsabilidades. O arcabouço fiscal foi para o espaço. Iminente naufrágio das contas públicas. Terra arrasada à vista, grita o governo – desembarca ou morre afogado. A desgraça bate à nossa porta e o governo diz que está tudo bem, abrindo os cofres públicos para corromper o Congresso Nacional.

A situação é devastadora para a economia brasileira, catastrófica. Gestão temerária que deixa uma herança maldita para o próximo presidente da República. Alguém pergunta para o rato: Cadê o dinheiro que estava aqui? A prioridade do governo Lula sempre foi roubar e deixar roubar. Geraldo Alckmin, vice do Lula, e agora comparsa, chegou a dizer que “Depois de ter quebrado o Brasil, Lula diz que quer voltar ao poder, ou seja, ele quer voltar à cena do crime”. Alckmin aceitou o convite de Lula para acompanhá-lo nessa empreitada e deve estar se lambuzando com parte do dinheiro público amealhado, para ser mais sincero, roubado. Governos socialistas duram enquanto durar o dinheiro dos pagadores de impostos.

Continua na Quarta parte…

Augusto Avlis

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Sobre augustoavlis

Augusto Avlis nasceu no Rio de Janeiro na metade do século XX. Essa capital foi antes o Distrito Federal e o Estado da Guanabara. Profissionalizou-se em Marketing Operacional e fez parte, como Executivo, de multinacionais do segmento alimentício por mais de três décadas, além de Consultor de empresas. Formado em Comunicação Social, habilitou-se em Jornalismo. Ocupou cargo público como Secretário de Comunicação. Hoje dedica-se às atividades de escritor e cronista.

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