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Política

Homens de preto.

Homens de preto.

Aos meus fiéis amigos, leitores e seguidores deste meu humilde Blog desde fevereiro de 2012 (quando o fundei), eu farei uma pergunta despretensiosa: Vocês acreditam que ainda tem muita gente insistindo em ficar tagarelando nas redes sociais, mesmo sob censura prévia? Essas pessoas, ou são de fato malucas, ou não estão no seu juízo perfeito, ou não têm medo do que possa acontecer com elas, sobretudo bloqueio dos seus perfis – eu nem quero imaginar! Porém, a coisa está tão esquisita no Brasil que fica quase impossível não se manifestar, de forma educada é claro, usando o bom Português conotativo.

De uma hora pra outra, o pacífico povo brasileiro resolveu largar os teclados dos seus notebooks e laptops, saiu de casa e foi pras ruas do país, ocupando as frentes dos Quartéis, levando bandeiras do Brasil junto com o espírito de resistência. Os celulares, objetos inseparáveis feito órgaos do próprio corpo, foram continuamente ligados, não só para iluminar as trevas das incertezas, como também para que as pessoas de bem acessassem a segunda parte do Hino Nacional, cuja letra de difícil decoreba.  

Pessoas simples, povo verdadeiro, trabalhadores e desempregados, donas de casa e empregadas domésticas, jovens e adultos, velhos e crianças, de diferentes matizes, credos e religiões, extravagantes por natureza imposta pela causa defendida. Qual seria o propósito maior da ocupação das frentes dos Quartéis, sob sol e chuva, de dia e de noite? Até quando? Com certeza os brasileiros, aos montões, não foram lá atendendo chamamento federal para o alistamento obrigatório no serviço militar. Não foi isso que os motivou; provavelmente a busca por proteção num território confiável, onde as armas e as fardas são respeitadas; e os “homens de preto” impedidos de entrar.

Augusto Avlis

Navegue no Blog  opiniaosemfronteiras.com.br e você encontrará 1.078 artigos publicados em 16 Categorias. Boa leitura.

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Sobre augustoavlis

Augusto Avlis nasceu no Rio de Janeiro na metade do século XX. Essa capital foi antes o Distrito Federal e o Estado da Guanabara. Profissionalizou-se em Marketing Operacional e fez parte, como Executivo, de multinacionais do segmento alimentício por mais de três décadas, além de Consultor de empresas. Formado em Comunicação Social, habilitou-se em Jornalismo. Ocupou cargo público como Secretário de Comunicação. Hoje dedica-se às atividades de escritor e cronista.

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